Palestra “Geografia Histórica: pressupostos e possibilidades de pesquisa”

Se realizará na Universidade de São Paulo, mais especificamente junto ao Departamento de Geografia, a palestra “Geografia Histórica: pressupostos e possibilidades de pesquisa”, ministrada pelo coordenador do Geohistórica, prof. Marcelo Werner da Silva. O evento ocorrerá no dia 06/12/2018, às 18 horas, dentro de um Ciclo de Palestras em Geografia Histórica e contará também com a palestra “Os geógrafos, Brasília e o planejamento: história e epistemologia”, com a profa. Larissa Alves de Lira, que ocorrerá no dia 07/12 também às 18 horas. Maiores detalhes no cartaz abaixo.

palestra usp

Curso livre “O golpe de 2016 e o futuro da democracia” – UFF/CAMPOS – início 12/04/2018

Divulgamos a realização do curso livre “O golpe de 2016 e o futuro da democracia” na UFF/CAMPOS, que desta maneira se une a diversas outras universidades federais na denúncia ao golpe de 2016 e ao perigo que representa para a democracia brasileira.

O curso se iniciará no dia 12/04/2018 às 15 horas no auditório da UFF/CAMPOS, localizado na Rua José do Patrocínio, 71 – Centro – Campos dos Goytacazes/RJ. Serão encontros semanais de duas horas em que serão discutidos vários aspectos da conjuntura nacional afetada pelo golpe de 2016. Abaixo o cartaz da atividade e a programação dos encontros.

Todas e todos estão convidados!

curso livre

PROGRAMAÇÃO

12/4 – Abertura e apresentação do curso (15 horas)

12/4 – Elis de Araújo Miranda – Os golpes e os desmontes da gestão pública de cultura e os ataques aos espaços da arte

19/4 – Maria Goretti Magime – Estado Democrático de Direito, Estado de Exceção e o Golpe de Estado de 2016

26/4 – Ricardo Nóbrega – A reprimarização da economia e seus desdobramentos políticos

3/5- Márcio Malta e Cláudio Araújo – Quedas de presidentes: na história e no presente

10/5 – Matheus Thomaz e Ketnen Barreto – A reação conservadora das elites brasileiras no processo de ascensão social da classe trabalhadora: ainda sob o poder da casa grande

17/5 – Glauco Bruce Rodrigues- A conjuntura brasileira do Golpe: das Jornadas de junho ao impeachment

24/5 – Marcelo Werner da Silva- A geopolítica do Golpe

7/6- Paulo Gajanigo – Acabou o amor: o fim do pacto social

14/6 – Luciane Soares – Policia, Resistência e Censura : Baile funk e Unidades de Polícia Pacificadora no Rio de janeiro

21/6 – Luana da Silveira e Bruna Brito – 30 anos da luta antimanicomial e o golpe nas políticas públicas de saúde mental e drogas

28/6 – Leonardo Leite – A economia política do golpe e o retorno da luta de classes

5/7 – Elizabeth Pacheco – Resistindo à praga emocional

Participação do Geohistórica na Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017

O Grupo de Estudos e Pesquisas de Geografia Histórica participou da Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017, realizada na UFF/CAMPOS neste dia 28/09/2017. O trabalho intitulado “Prática de pesquisa no Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes”, foi apresentado pelas acadêmicas Daiana Junqueira Moreira, Maria Carolina Albino de Souza e Patrícia Fernandes Santos e relatado por Patrícia Fernandes Santos. Trata-se de importante projeto que o Geohistórica desenvolve, em parceria com o Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes e relacionado à pesquisa “Ruínas do Açúcar: permanências do passado na paisagem do presente em Campos dos Goytacazes”

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A bolsista Patrícia Fernandes Santos realiza o relato do projeto

Participação do Geohistórica na V Semana de Geografia UFF Campos

Ocorreu na semana passada, entre os dias 17 e 20 de abril de 2017, a V Semana de Geografia UFF Campos sob o tema “Geografia em Múltiplas Escalas”. Durante a semana, diversas atividades fizeram parte da programação, como oficinas, trabalho de campo, mostra de fotografias, mini-curso, como o que referiu-se à “Geografia do mundo árabe”, ministrado pelo professor Dr. Frédéric Jean Marie Monié (UFRJ), além de palestras e mesas com professores da própria UFF-Campos e convidados.

Também houveram apresentações orais de trabalhos da graduação e da pós-graduação, onde o Grupo de Estudos de Geografia Histórica foi representado pela mestranda Mariana Machado Tavares, com o trabalho intitulado “A favela Baleeira no contexto urbano de Campos dos Goytacazes/RJ: Da formação Geohistórica à transformação em um território ligado ao tráfico de drogas” e também pela estudante do 7º período, Pâmela Souza Cruz, por meio da apresentação do trabalho intitulado “Historicismo: A visão disciplinária de Carl Sauer”, que refere-se à segunda etapa de um trabalho que encontra-se em andamento e tem como objetivo geral, identificar e analisar as contribuições deixadas pelo geógrafo Carl Sauer à geografia histórica. Nesta etapa a proposta foi procurar compreender a matriz disciplinária que fundamentou o pensamento de Sauer, possibilitando desta maneira, estabelecer conexões com as influências sauerianas. 

Geohistórica no XXII ENEG 2017

Entre os dias 12 e 16 de abril de 2017, ocorreu na UERJ (FFP- Faculdade de Formação de Professores) em São Gonçalo no Rio de Janeiro, o XXII Encontro Nacional de Estudantes de Geografia, sob o tema: “GEOBRASILIDADES: Uma juventude que jamais temerá”. Durante o evento ocorreram diversas atividades, como grupo de discussões, palestras, minicursos, trabalhos de campo, apresentações de trabalhos. Destaque para a Mesa 3: “Geografia sem Temer, o povo no poder”, que contou com a presença de professores como, Dr. Ruy Moreira, Dr. Carlos Walter Porto-Gonçalves, Dr. Floriano José Godinho de Oliveira e o professor Antonio, diretor da Sinpro. As discussões levantadas foram de suma importância, visto o contexto político no qual encontra-se o país. Os professores trouxeram importantes contextualizações em relação ao golpe ocorrido em 1964 e o golpe ocorrido em 2016, e destacaram a importância da luta coletiva em prol de uma mudança significativa deste cenário.

O Grupo de Estudos de Geografia Histórica esteve presente por meio da apresentação da estudante, Pâmela Souza Cruz, com o trabalho intitulado “A Geografia Histórica de Carl Sauer, onde foi destacada a relação entre a geografia histórica e um dos maiores geógrafos do século XX, Carl Ortwin Sauer, por meio da análise de suas obras, que explicitam a importância da dimensão temporal e histórica nos estudos dos fatos geográficos. Na ocasião, as obras analisadas foram, o artigo intitulado“The Morphology of Landscape” (1925) e o discurso realizado em 1940 na Associação de Geógrafos Americana, publicado como“Foreword to historical geography” em 1941. Em ambas as obras, foram identificados elementos que elucidam a geografia histórica, quando o elemento tempo é incorporado como um fator de análise em relação à ação humana sobre o meio, ou uma paisagem natural, transformando-a em paisagem cultural, como é observado na “Morfologia da Paisagem”. Para Sauer, a geografia histórica seria o estudo das áreas culturais , com o objetivo de definir e entender as associações humanas que crescem em áreas e sofreram uma série de mudanças em sua paisagem cultural (Sauer,1941).

Prorrogação do GT de GEOGRAFIA HISTÓRICA no XII ENANPEGE

PRORROGAÇÃO DO GT DE GEOGRAFIA HISTÓRICA NO 12ENANPEGE

Recebi a pouco mensagem da Coordenação do ENANPEGE com a informação que as inscrições estão prorrogadas para os grupos de trabalho que não alcançaram 40 trabalhos. Ressalto que também informaram que a realização do GT está garantida, a prorrogação foi com o intuito de qualificar o debate incluindo aquelas pessoas que não puderam, por qualquer motivo, enviar o trabalho.

ABAIXO A MENSAGEM RECEBIDA:

Vimos informar que foi prorrogado até 25 de março de 2017 o prazo para envio de resumos expandidos para o GT: “Geografia Histórica”. A diretoria prorrogou o prazo para os GTs que não alcançaram 40 inscrições, para possibilitar a submissão de mais trabalhos e, assim, qualificar o próprio GT.

Ressaltamos que o seu GT alcançou o número mínimo de 20 trabalhos, contudo acreditamos que na prorrogação outros resumos serão submetidos. Para isso é importante a divulgação do GT entre pesquisadores, Grupos de Pesquisa, e em páginas e redes sociais que alcancem o público alvo do GT.

Temos certeza que seu GT ajudará a qualificar o XII ENANPEGE!

A partir de 26 de março, na “Área do Coordenador de GT” os trabalhos submetidos estarão disponíveis para avaliação.

Caso houver algum problema de acesso à “Área do Coordenador de GT” utilize como “Senha Mestra” os seis primeiros dígitos do seu CPF.

A diretoria agradece imensamente o seu empenho em propor e divulgar o GT.

Atenciosamente

Diretoria da ANPEGE (Gestão 2016-2017)

Comissão Organizadora do XII ENANPEGE

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Grupo de Trabalho “Geografia Histórica” no ENANPEGE 2017 – Porto Alegre/RS

Acontecerá de 12 a 15 de outubro de 2017, no Campus Central da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre/RS, o XII Encontro da Associação Nacional de Pós-Graduação em Geografia (XII ENANPEGE).

Nele a geografia histórica estará representada pelo Grupo de Trabalho “Geografia Histórica”, que já está com as inscrições abertas para resumos, no período de 01 de fevereiro a 15 de março de 2017.

O GT tem como um de seus coordenadores o Prof. Marcelo Werner da Silva, coordenador do GEOHISTÓRICA.

Por isso conclamamos a todos aqueles que trabalham com temáticas de Geografia Histórica para que se inscrevam e ajudem a fortalecer a geografia histórica brasileira.

O GT de GEOGRAFIA HISTÓRICA tem a seguinte ementa:

Ementa:

A proposta do Grupo de Trabalho Geografia Histórica é enfatizar a importância das relações entre espaço e tempo, a partir das contribuições de uma Geografia que considere a perspectiva histórica, valorizando além da espacialidade, a temporalidade. Reconhecendo a Geografia como a ciência da análise espacial, esta não pode ser feita unicamente no presente, necessitando considerar o espaço como a “acumulação desigual de tempos”, nas palavras de Milton Santos. A Geografia Histórica realiza análises espaciais sincrônicas- de períodos específicos do tempo – e diacrônicas – considerando as transformações espaciais através do tempo. Podendo inclusive, combinar ambas possibilidades. Através da conexão entre tempo e história, por meio da ação, dos feitos humanos, o que ocorreu no passado e o que pode vir a ser no futuro, a temporalidade da ação constitui a História como uma dimensão da realidade, que adquire materialidade com a aderência ao espaço. A Geografia Histórica tem longa tradição nas Geografias de matriz inglesa e francesa e que também conta com uma expressiva produção no Brasil.  A preocupação com a questão do tempo pode ser considerada como uma das principais diferenças entre a geografia contemporânea e a geografia moderna. Se essa última não questionava o tempo, admitindo que sua presença linear e contínua, tomando-a como pano de fundo das atividades espaciais dos homens, a geografia contemporânea fez do tempo (suas variações, sua fluidez como sua hiperpresença constrangedora), um verdadeiro ator das atividades humanas das quais resultam construções espaciais. Assim como ocorre no âmbito da UGI, percebe-se a necessidade de congregar pesquisadores em um fórum adequado para debater as perspectivas teóricas e metodológicas que remetam à análise do espaço em tempos pretéritos, tendo em vista a grande produção de trabalhos que utilizam essa perspectiva.

Coordenadores e Suplentes:

Profa. Dra. DORALICE SÁTYRO MAIA

Prof. Dr. José de Aldemir de Oliveira

Prof. Dr. Marcelo Werner da Silva

Profa. Dra. Eneida Mendonça

Profa. Dra. Maria Isabel de Jesus Chrysostomo

Para maiores informações já está no ar o site do evento: http://www.enanpege.ggf.br/2017/

Contamos com a presença de todos os colegas que se dedicam à geografia histórica!

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