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Comunicado de cancelamento da Atividade de campo pela Baixada Campista

Devido ao mau tempo reinante na cidade de Campos dos Goytacazes, cumprimos informar que a atividade de campo pela baixada campista, programada para acontecer amanhã, dia 09/12 foi cancelada.

Devido à proximidade do final do semestre, a mesma será remarcada para meados do mês de março de 2018.

Att.

Prof. Marcelo Werner da Silva

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Arquivado em Grupo de Estudos de Geografia Histórica, Norte Fluminense

Atividade de campo pela Baixada Campista

ATIVIDADE CANCELADA DEVIDO AO MAU TEMPO. SERÁ REMARCADA PROVAVELMENTE PARA MARÇO/2018.

Neste sábado (09/12), entre 8h e 18h, será realizada a atividade de campo pela Baixada Campista, com a coordenação do Prof. Hélio Coelho.

Trata-se da segunda edição deste campo, tendo a primeira sido denominada “Paisagem e Cultura: um olhar sobre a Baixada Campista“, que foi realizada em outubro de 2014. Para os interessados em um aprofundamento do tema, sugerimos a leitura do trabalho “Leituras Geohistoricas da Paisagem da Baixada Campista“, de Rafael Neves da Conceição.

As inscrições já estão abertas e podem ser efetuadas preenchendo a ficha abaixo:

[ficha removida devido ao cancelamento da atividade de campo]

A seguir, o roteiro do campo previsto:

08h: Saída da UFF

09h: Cerâmica em São Sebastião
10h30: Goitacazes e visita ao Solar do Colégio – Arquivo Público Municipal
11h: Campo Limpo
12h: Mosteiro de São Bento
13h: Farol de São Tomé – Almoço no Restaurante Alambique do Leley (preço especial de R$ 15,00 para os participantes) com visita técnica ao alambique

16h: Santo Amaro e volta para Campos.

E adiante, o cartaz de divulgação.

Cartaz GEGH 2017-2 Campo Baixada Campista

 

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Arquivado em 13° GEGH 2017-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica, Norte Fluminense

Participação do Geohistórica na Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017

O Grupo de Estudos e Pesquisas de Geografia Histórica participou da Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017, realizada na UFF/CAMPOS neste dia 28/09/2017. O trabalho intitulado “Prática de pesquisa no Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes”, foi apresentado pelas acadêmicas Daiana Junqueira Moreira, Maria Carolina Albino de Souza e Patrícia Fernandes Santos e relatado por Patrícia Fernandes Santos. Trata-se de importante projeto que o Geohistórica desenvolve, em parceria com o Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes e relacionado à pesquisa “Ruínas do Açúcar: permanências do passado na paisagem do presente em Campos dos Goytacazes”

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A bolsista Patrícia Fernandes Santos realiza o relato do projeto

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Participação do Geohistórica na V Semana de Geografia UFF Campos

Ocorreu na semana passada, entre os dias 17 e 20 de abril de 2017, a V Semana de Geografia UFF Campos sob o tema “Geografia em Múltiplas Escalas”. Durante a semana, diversas atividades fizeram parte da programação, como oficinas, trabalho de campo, mostra de fotografias, mini-curso, como o que referiu-se à “Geografia do mundo árabe”, ministrado pelo professor Dr. Frédéric Jean Marie Monié (UFRJ), além de palestras e mesas com professores da própria UFF-Campos e convidados.

Também houveram apresentações orais de trabalhos da graduação e da pós-graduação, onde o Grupo de Estudos de Geografia Histórica foi representado pela mestranda Mariana Machado Tavares, com o trabalho intitulado “A favela Baleeira no contexto urbano de Campos dos Goytacazes/RJ: Da formação Geohistórica à transformação em um território ligado ao tráfico de drogas” e também pela estudante do 7º período, Pâmela Souza Cruz, por meio da apresentação do trabalho intitulado “Historicismo: A visão disciplinária de Carl Sauer”, que refere-se à segunda etapa de um trabalho que encontra-se em andamento e tem como objetivo geral, identificar e analisar as contribuições deixadas pelo geógrafo Carl Sauer à geografia histórica. Nesta etapa a proposta foi procurar compreender a matriz disciplinária que fundamentou o pensamento de Sauer, possibilitando desta maneira, estabelecer conexões com as influências sauerianas. 

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Geohistórica no XXII ENEG 2017

Entre os dias 12 e 16 de abril de 2017, ocorreu na UERJ (FFP- Faculdade de Formação de Professores) em São Gonçalo no Rio de Janeiro, o XXII Encontro Nacional de Estudantes de Geografia, sob o tema: “GEOBRASILIDADES: Uma juventude que jamais temerá”. Durante o evento ocorreram diversas atividades, como grupo de discussões, palestras, minicursos, trabalhos de campo, apresentações de trabalhos. Destaque para a Mesa 3: “Geografia sem Temer, o povo no poder”, que contou com a presença de professores como, Dr. Ruy Moreira, Dr. Carlos Walter Porto-Gonçalves, Dr. Floriano José Godinho de Oliveira e o professor Antonio, diretor da Sinpro. As discussões levantadas foram de suma importância, visto o contexto político no qual encontra-se o país. Os professores trouxeram importantes contextualizações em relação ao golpe ocorrido em 1964 e o golpe ocorrido em 2016, e destacaram a importância da luta coletiva em prol de uma mudança significativa deste cenário.

O Grupo de Estudos de Geografia Histórica esteve presente por meio da apresentação da estudante, Pâmela Souza Cruz, com o trabalho intitulado “A Geografia Histórica de Carl Sauer, onde foi destacada a relação entre a geografia histórica e um dos maiores geógrafos do século XX, Carl Ortwin Sauer, por meio da análise de suas obras, que explicitam a importância da dimensão temporal e histórica nos estudos dos fatos geográficos. Na ocasião, as obras analisadas foram, o artigo intitulado“The Morphology of Landscape” (1925) e o discurso realizado em 1940 na Associação de Geógrafos Americana, publicado como“Foreword to historical geography” em 1941. Em ambas as obras, foram identificados elementos que elucidam a geografia histórica, quando o elemento tempo é incorporado como um fator de análise em relação à ação humana sobre o meio, ou uma paisagem natural, transformando-a em paisagem cultural, como é observado na “Morfologia da Paisagem”. Para Sauer, a geografia histórica seria o estudo das áreas culturais , com o objetivo de definir e entender as associações humanas que crescem em áreas e sofreram uma série de mudanças em sua paisagem cultural (Sauer,1941).

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Indicação de filme: I Am Not Your Negro (2016)

Em tempos em que autoproclamados candidatos a presidencia da república vão à associações judaicas e realizam o exercício de discriminação e ofensas raciais dirigidas a negros e indígenas, isso indica algumas coisas.

Em primeiro lugar prova que a história não é linear. Não existe “progresso”, no sentido de “evolução”. Somos ainda e sempre retornamos aos tempos imemoriais em que se estranhava o outro, a diferença. É confundido alegremente progresso, evolução, com aumento de conhecimento técnico. Esse aumenta, mas a contradição é que é o imperativo do lucro provoca uma alteração que leva, muitas vezes à externalização dos custos. O meio ambiente está aí para comprovar isso.

Em segundo lugar a capacidade do ser humano de cometer as maiores barbáries e de as continuar cometendo. Não há evolução, somos os mesmos seres capazes das melhores e das piores atitudes. Não há pessoas defendendo a volta do regime militar? (Sobre isso recomendo o artigo “Aos que defendem a volta da ditadura”, de Eliane Brum).

Portanto um documentário como este, “I Am Not Your Negro” (Eu não sou o seu negro), do diretor Raoul Peck nos lembra a luta dos negros americanos por direitos civis e do racismo que ainda permeia a sociedade norte-americana e brasileira. Como sempre esquecemos, temos a obrigação de sempre (re) lembrar.

O filme é baseado nos escritos e conferências de James Baldwin, intelectual negro que conta a história da “América” através da trajetória de três lideres dos direitos civis dos quais foi contemporâneo: Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King Jr. Todos eles assassinados. Paralelamente vai contrapondo a memória da escravidão e dos protestos pela brutalidade policial contra os negros norte-americanos que chega aos nossos dias.

Abaixo o trailer legendado:

https://www.youtube.com/watch?v=ahObxbv0f6k

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Foto de Marcelo Werner em Cinemes Boliche, Barcelona, Espanha (08/04/2017)

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Coleção de mapas de Harvard

A coleção de mapas de Harvard (Harvard map collection) é uma boa base para pesquisar mapas históricos. O endereço é http://hcl.harvard.edu/libraries/maps/collections/digital.cfm#geospatial_data_sets

Acompanhando a evolução dos tempos a mesma está também no Instagram: https://www.instagram.com/harvardmaps/.

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