Arquivo da categoria: PESQUISAS

Participação do Geohistórica na Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017

O Grupo de Estudos e Pesquisas de Geografia Histórica participou da Semana de Desenvolvimento Acadêmico – 1ª fase 2017, realizada na UFF/CAMPOS neste dia 28/09/2017. O trabalho intitulado “Prática de pesquisa no Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes”, foi apresentado pelas acadêmicas Daiana Junqueira Moreira, Maria Carolina Albino de Souza e Patrícia Fernandes Santos e relatado por Patrícia Fernandes Santos. Trata-se de importante projeto que o Geohistórica desenvolve, em parceria com o Arquivo Público Municipal de Campos dos Goytacazes e relacionado à pesquisa “Ruínas do Açúcar: permanências do passado na paisagem do presente em Campos dos Goytacazes”

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A bolsista Patrícia Fernandes Santos realiza o relato do projeto

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Participação do Geohistórica na V Semana de Geografia UFF Campos

Ocorreu na semana passada, entre os dias 17 e 20 de abril de 2017, a V Semana de Geografia UFF Campos sob o tema “Geografia em Múltiplas Escalas”. Durante a semana, diversas atividades fizeram parte da programação, como oficinas, trabalho de campo, mostra de fotografias, mini-curso, como o que referiu-se à “Geografia do mundo árabe”, ministrado pelo professor Dr. Frédéric Jean Marie Monié (UFRJ), além de palestras e mesas com professores da própria UFF-Campos e convidados.

Também houveram apresentações orais de trabalhos da graduação e da pós-graduação, onde o Grupo de Estudos de Geografia Histórica foi representado pela mestranda Mariana Machado Tavares, com o trabalho intitulado “A favela Baleeira no contexto urbano de Campos dos Goytacazes/RJ: Da formação Geohistórica à transformação em um território ligado ao tráfico de drogas” e também pela estudante do 7º período, Pâmela Souza Cruz, por meio da apresentação do trabalho intitulado “Historicismo: A visão disciplinária de Carl Sauer”, que refere-se à segunda etapa de um trabalho que encontra-se em andamento e tem como objetivo geral, identificar e analisar as contribuições deixadas pelo geógrafo Carl Sauer à geografia histórica. Nesta etapa a proposta foi procurar compreender a matriz disciplinária que fundamentou o pensamento de Sauer, possibilitando desta maneira, estabelecer conexões com as influências sauerianas. 

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Geohistórica no XXII ENEG 2017

Entre os dias 12 e 16 de abril de 2017, ocorreu na UERJ (FFP- Faculdade de Formação de Professores) em São Gonçalo no Rio de Janeiro, o XXII Encontro Nacional de Estudantes de Geografia, sob o tema: “GEOBRASILIDADES: Uma juventude que jamais temerá”. Durante o evento ocorreram diversas atividades, como grupo de discussões, palestras, minicursos, trabalhos de campo, apresentações de trabalhos. Destaque para a Mesa 3: “Geografia sem Temer, o povo no poder”, que contou com a presença de professores como, Dr. Ruy Moreira, Dr. Carlos Walter Porto-Gonçalves, Dr. Floriano José Godinho de Oliveira e o professor Antonio, diretor da Sinpro. As discussões levantadas foram de suma importância, visto o contexto político no qual encontra-se o país. Os professores trouxeram importantes contextualizações em relação ao golpe ocorrido em 1964 e o golpe ocorrido em 2016, e destacaram a importância da luta coletiva em prol de uma mudança significativa deste cenário.

O Grupo de Estudos de Geografia Histórica esteve presente por meio da apresentação da estudante, Pâmela Souza Cruz, com o trabalho intitulado “A Geografia Histórica de Carl Sauer, onde foi destacada a relação entre a geografia histórica e um dos maiores geógrafos do século XX, Carl Ortwin Sauer, por meio da análise de suas obras, que explicitam a importância da dimensão temporal e histórica nos estudos dos fatos geográficos. Na ocasião, as obras analisadas foram, o artigo intitulado“The Morphology of Landscape” (1925) e o discurso realizado em 1940 na Associação de Geógrafos Americana, publicado como“Foreword to historical geography” em 1941. Em ambas as obras, foram identificados elementos que elucidam a geografia histórica, quando o elemento tempo é incorporado como um fator de análise em relação à ação humana sobre o meio, ou uma paisagem natural, transformando-a em paisagem cultural, como é observado na “Morfologia da Paisagem”. Para Sauer, a geografia histórica seria o estudo das áreas culturais , com o objetivo de definir e entender as associações humanas que crescem em áreas e sofreram uma série de mudanças em sua paisagem cultural (Sauer,1941).

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Indicação de filme: I Am Not Your Negro (2016)

Em tempos em que autoproclamados candidatos a presidencia da república vão à associações judaicas e realizam o exercício de discriminação e ofensas raciais dirigidas a negros e indígenas, isso indica algumas coisas.

Em primeiro lugar prova que a história não é linear. Não existe “progresso”, no sentido de “evolução”. Somos ainda e sempre retornamos aos tempos imemoriais em que se estranhava o outro, a diferença. É confundido alegremente progresso, evolução, com aumento de conhecimento técnico. Esse aumenta, mas a contradição é que é o imperativo do lucro provoca uma alteração que leva, muitas vezes à externalização dos custos. O meio ambiente está aí para comprovar isso.

Em segundo lugar a capacidade do ser humano de cometer as maiores barbáries e de as continuar cometendo. Não há evolução, somos os mesmos seres capazes das melhores e das piores atitudes. Não há pessoas defendendo a volta do regime militar? (Sobre isso recomendo o artigo “Aos que defendem a volta da ditadura”, de Eliane Brum).

Portanto um documentário como este, “I Am Not Your Negro” (Eu não sou o seu negro), do diretor Raoul Peck nos lembra a luta dos negros americanos por direitos civis e do racismo que ainda permeia a sociedade norte-americana e brasileira. Como sempre esquecemos, temos a obrigação de sempre (re) lembrar.

O filme é baseado nos escritos e conferências de James Baldwin, intelectual negro que conta a história da “América” através da trajetória de três lideres dos direitos civis dos quais foi contemporâneo: Medgar Evers, Malcom X e Martin Luther King Jr. Todos eles assassinados. Paralelamente vai contrapondo a memória da escravidão e dos protestos pela brutalidade policial contra os negros norte-americanos que chega aos nossos dias.

Abaixo o trailer legendado:

https://www.youtube.com/watch?v=ahObxbv0f6k

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Foto de Marcelo Werner em Cinemes Boliche, Barcelona, Espanha (08/04/2017)

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Coleção de mapas de Harvard

A coleção de mapas de Harvard (Harvard map collection) é uma boa base para pesquisar mapas históricos. O endereço é http://hcl.harvard.edu/libraries/maps/collections/digital.cfm#geospatial_data_sets

Acompanhando a evolução dos tempos a mesma está também no Instagram: https://www.instagram.com/harvardmaps/.

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Software permite o georreferenciamento de fotografias históricas

O software Monoplotting-Tool da Swiss Federal Institute for Forest, Snow and Landscape Research (WSL), permite realizar o georreferenciamento de fotos históricas.

O software vem sendo utilizado pelo Instituto Moreira Salles e foi motivo do seminário promovido pelo instituto e pela Casa da Suiça do Brasil, denominado “Fotografia e memória urbana: georreferenciamento de fotografias históricas (IMS-RJ e Casa da Suiça Brazil 2016)“.

Na página  página da WSL também há uma descrição do evento do Rio e a possibilidade de baixar o programa, que é shareware: http://www.wsl.ch/medien/news/rio_monoplotting/index_EN

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Lançamento do livro O Retorno dos mapas: Sistemas de informação Geográfica em História

Noticiamos o lançamento e parabenizamos os editores do livro O Retorno dos mapas: Sistemas de informação Geográfica em História, editado por Carlos  Valencia  Villa e Tiago Gil e onde o GEOHISTÓRICA tem uma participação com o artigo “As companhias ferroviárias paulistas e a disputa por territórios, 1868 – 1892”,  de Marcelo Werner da Silva.

Abaixo a apresentação do livro:

A ideia de usar mapas para visualizar conhecimento histórico não é nova. Usada de modo esporádico até meados do século XX, muito em função do autor e de sua forma de pensar, seu uso sistemático passou a ser efetivo na segunda metade desse século, nem tanto pela facilidade técnica, mas, especialmente, pelo crescimento da relevância da cartografia como um campo separado da geografia.
Essa coletânea reúne 15 capítulos que abarcam, espacialmente, estudos de Montevidéu, ao sul, até a Ilha de Malta, ao norte, passando pela Amazônia, pelos sertões e pelo litoral atlântico. Temporalmente, os textos vão do século XVI até o começo do XX. Essas amplitudes espacial e temporal explícita a flexibilidade e as possibilidades dos SIGs nas pesquisas dos historiadores.
O leitor perceberá, no decorrer de sua leitura, que este livro apresenta o retorno dos mapas, todos eles diferentes e produzidos segundo as necessidades de cada pesquisa, o que significa, em outras palavras, que nenhum deles foi feito para ilustrar: todos foram construídos como ferramentas de trabalho, são insumo e produto da pesquisa dos historiadores que, sem dúvida, permitem avanços no conhecimento das sociedades do passado.

VALENCIA, Carlos & GIL, Tiago. O retorno dos mapas. Sistemas de informação Geográfica em História. Porto Alegre: Ladeira Livros, 2016.

Fonte: http://lhs.unb.br/lhs/2017/03/27/o-retorno-dos-mapas-sistemas-de-informacao-geografica-em-historia/

Para baixar o livro basta clicar na imagem abaixo:

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Abaixo o índice do livro:

Valencia&Gil. O retorno dos Mapas

Valencia&Gil. O retorno dos Mapas(2)

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