Relato do sétimo encontro do Grupo de Estudos de Geografia Histórica, realizado no dia 01/11/2018

Realizou-se, no dia 01/11/2018, mais um encontro do 14° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Nesta edição, estamos debatendo importante livro do pensamento crítico na Geografia. Trata-se do livro “Por uma Geografia Nova”, do professor Milton Santos. Como vem sendo normal em todos os encontros desta edição, o último encontro foi marcado pela discussão de mais dois capítulos da obra citada acima, um deles é o capítulo 12, intitulado “O Espaço, Um fator?” e o outro, capítulo 13, intitulado “O Espaço Como Instância Social”. Ambos os capítulos citados, respectivamente, foram apresentados por Bruno Campos e Martins Virtuoso. O encontro ainda contou com a presença de Rosânia Barreto e Ricardo Pessanha.

Tendo em vista os capítulos discutidos no dia do encontro, vamos aqui tentar abordar os principais pontos discutidos e levantados. No que concerne ao capítulo 12, muitas questões foram levantadas quanto ao papel do espaço enquanto um mecanismo de objetivação de processos futuros, isto é, o papel que o espaço adquire enquanto um objeto dotado de características que influenciam a reprodução social subsequente. SANTOS (2002), aponta que há uma “reprodução do padrão espacial”, sendo recorrente durante o encontro a busca pelas exemplificações que o próprio autor utiliza no livro, uma delas fazendo referência às vias férreas, onde as mesmas influenciariam a constituição das rodovias, isto é, estariam condicionando processos similares quanto ao padrão da reprodução espacial. Outros exemplos trazidos pelo autor foram também comentados. Alguns outros pontos foram discutidos no encontro, como a questão da mobilidade do capital enquanto um capital que nunca está se direcionando à lugares diferentes e diversificados e sim um capital que concentra suas atividades onde realmente possa existir a sua minima reprodução, isto é, onde as condições como infraestrutura, mão-de-obra barata, facilidade de comunicação, entre outros fatores estão presentes. O autor enfatiza essa abordagem nos países subdesenvolvidos (SANTOS, 2002, pg. 168). Ainda no mesmo capítulo, o debate sobre as “macrocefalias” apontadas por (SANTOS, 2002, p. 169) foram também alvos de reflexão. O papel das grandes metrópoles nacionais que forçam uma centralização de possíveis investimentos. Investimentos esses que podem ser por parte do Estado e que por isso mesmo, podem também constituir dentro dessa totalidade social que é o espaço do Estado-Nação, uma repartição desigual dos recursos, evidenciando assim uma influência notória das grandes metrópoles, sendo também um Espaço-fator. E por fim, encerrando as discussões deste capítulo 12, discutimos o conceito de Rugosidades, sendo este as formas que ficam de herança do passado na paisagem, portanto um produto também da história. Sendo formas, as rugosidades resistem aos tempos e assim permanecem influenciando às atividades subsequentes, seja por sua limitação em estrutura ou por acomodar melhor ou pior certos tipos de atividade (SANTOS, 2002,  p. 174). Agora, vamos relatar um pouco sobre os temas comentados que dizem respeito ao capítulo 13 “O Espaço Como Instância Social”. Entre os diversos assuntos, destacam-se: A negligência na produção de conhecimento em relação ao espaço sendo considerado uma instância social; a preponderância da instância econômica entre as demais instâncias, sejam elas políticas, sociais, culturais; Outro grande detalhe apontado por SANTOS (2002) foi de observar que a ‘estrutura espacial’ não evolui no mesmo ritmo que as outras estruturas e que sendo assim, distinguiria-se das demais, chegando também à concluir que o espaço seria dotado de uma “autonomia de existência” (SANTOS, 2002, p. 187). ; Para finalizar, chegando ao último tópico do debate realizado em sala, Santos nos trouxe uma discussão acerca do ‘Espaço como História e como Estrutura’. Nas palavras do autor: “(…) Através do Espaço, a história se torna, ela própria, estrutura, estruturada em formas. E tais formas, como formas-conteúdo, influenciam o curso da história, pois elas participam da dialética global da sociedade. (SANTOS, 2002, p. 189).” Com isso, fomos levados a refletir sobre a estrutura espacial-social do Brasil e também pensar sobre alguns aspectos de estruturas passadas que permaneceram no presente, resultado, em grande parte, do processo de colonização-dominação a que foi submetido.

 

No mais, o próximo encontro marcado será no dia 08/11/2018, quando daremos continuidade à discussão do livro.

Abaixo fotos do encontro realizado no dia 01/11/2018.

 

 

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Atenciosamente,

 

Bruno Campos

 

 

Relato do sexto encontro do GEGH 2018-2, ocorrido em 25/10/2018, que está discutindo o livro Por uma Geografia Nova

Aconteceu, no dia 25/10/2018, a realização de mais um encontro do 14° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. O encontro contou com a presença de Bruna Caroline, Bruno Campos Moraes, Cintia Cristina Lisboa, Martin Virtuoso, Paulo Ricardo e Rosânia Barreto.

Nesta edição estamos discutindo importante obra do processo de renovação crítica da ciência geográfica. A obra discutida é o livro do professor Milton Santos Por uma Geografia Nova, que foi lançada em 1978. Obra de importância ímpar, pois diz respeito à volta do autor ao Brasil após ter sido exilado durante o governo ditatorial implantado no ano de 1964.

Como já ocorreram cinco encontros do GEGH, estamos na segunda parte do livro, intitulada “Geografia, Sociedade e Espaço”. Nesta parte do livro, encontram-se os capítulos que foram discutidos no dia aqui relatado, que são eles: o capítulo 10 “Uma Tentativa de Definição do Espaço”, e o capítulo 11 “O Espaço: Mero Reflexo da Sociedade ou Fato Social?”. Sobre o primeiro capítulo citado, foi apresentado por  Cintia Cristina Lisboa e o segundo por Rosânia Barreto. Ambos foram apresentados em exposição oral, alternando sempre entre comentários e reflexões acerca dos capítulos, conformando, assim, um debate necessário sobre às contribuições do professor Milton Santos. Nesse sentido, agora vamos descrever algumas das questões que foram trazidas durante o encontro sobre os capítulos.

 Com relação ao capítulo 10 “Uma Tentativa de Definição do Espaço” destacam-se os principais pontos: a necessidade de uma diferenciação entre a ciência e o seu objeto, tendo em vista primordialmente às reflexões sobre o conteúdo do objeto;  como ressalta SANTOS (2002, p. 144), a partir do momento em que criam-se várias definições do que seja a Geografia, o desenvolvimento da disciplina torna-se mais lento; a não definição desse objeto e logo, sua pouca reflexão, traz consigo o fantasma do seu próprio isolamento entre as ciências;  a necessidade de se ter categorias analíticas bem definidas para melhor ser realizado o trabalho de teorização da realidade tangível;  a categoria espaço sendo um produto histórico (SANTOS, 2002, p. 147); a preocupação com a definição das categorias analíticas estaria associada à objetivos também interdisciplinares; e para finalizar o conteúdo discutido neste capítulo 10, trago o trecho em que  SANTOS (2002, p. 153) escreve sobre como o espaço deveria ser pensado e considerado, sendo este trecho alvo de grande discussão: “(…) o espaço se define como um conjunto de formas representativas de relações sociais do passado e do presente e por uma estrutura representada por relações sociais que estão acontecendo diante dos nossos olhos e que se manifestam através de processos e funções. O espaço é, então, um verdadeiro campo de forças cuja aceleração é desigual.” Agora, levando em conta as principais questões colocadas em debate sobre o capítulo 11 “O Espaço: Mero Reflexo da Sociedade ou Fato Social?”, destacaram-se os seguintes pontos: em um primeiro momento, discutimos algumas formas de apreensão do espaço, entre elas, a abordagem do espaço como percepção, como intuição, entre outras, sendo estas abordagens trazidas por SANTOS (2OO2) no primeiro subcapítulo; outra questão importante abordada foi a discussão de que se o espaço é ou não um reflexo da sociedade, se ele impõe-se ou não à sociedade, sendo essa questão interpretada por Santos (2002) como delicada, pois o espaço não é neutro como imaginamos, o argumento de que ele é um campo de forças ressaltado mais acima modifica o argumento de que o espaço seria um somente um reflexo da sociedade, para SANTOS (2002, p. 159), “Quando se considera o espaço como um mero reflexo, nós o estamos colocando sob o mesmo plano que a ideologia (…)”; E por fim, como último ponto do encontro, discutimos a objetividade do espaço, isto é, o seu ser imperativo diante à sociedade, ele não apenas como mera percepção individual, mas também como um objeto que é “produto e produtor; determinante e terminado” pela sociedade total. (SANTOS, 2002, p. 163)

 

O 14° Grupo de Estudos de Geografia histórica segue com às atividades em normalidade, sendo o próximo encontro no dia 01/11/2018.

Abaixo algumas fotos do encontro que foi realizado no dia 25/10/2018:

 

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Atenciosamente,

 

Bruno Campos

 

 

Relato do quinto encontro do 14° GEGH 2018-2, que foi realizado no dia 11/10/2018; Destacam-se as discussões acerca do livro “Por Uma Geografia Nova”, de Milton Santos

Foi realizado, no dia 11/10/2018,  mais um encontro do Grupo de Estudos de Geografia Histórica, que agora neste segundo semestre marca a sua 14° edição. Nesta edição estamos discutindo o livro Por uma Geografia Nova, de Milton Santos, obra de muita importância no movimento de renovação do pensamento geográfico no Brasil. A obra vendo sendo discutida através da apresentação de dois capítulos por encontro, encontros esses que são realizados todas as quintas-feiras, às 9 horas. Este ultimo encontro foi marcado pela presença dos seguintes participantes: Bruna Caroline, Bruno Campos, Cintia Cristina Lisboa, Martins Virtuoso e Paulo Ricardo Pessanha.

Sobre a apresentação dos capítulos, destaca-se a divisão entre o capítulo 8 “O Balanço da Crise: A Geografia Viúva do Espaço”, que foi apresentado pela Bruna Caroline, e o capítulo 9 “Uma Nova Interdisciplinaridade”, apresentando por Paulo Ricardo Pessanha, capítulo este que introduz a segunda parte do livro, intitulada “Geografia, Sociedade, Espaço”.  Dentro do que foi discutido sobre o cap. 8, importa-nos, uma mini-conclusão da primeira parte do livro onde alguns pontos destacam-se: A Influência das Escolas Nacionais no papel da Estagnação da ciência geográfica, implicando assim uma “reprodução do saber”; uma virada em relação ao ponto difusor do conhecimento geográfico, tendo forte marca nos Estados Unidos durante o pós-guerra; o “Empiricismo Abstrato” causando uma desvalorização dos atributos científicos dos principais conceitos geográficos, entre eles a categoria Paisagem; por fim, como resumo, utilizando as palavras do próprio SANTOS (2002)  para definir a crise da Geografia, o autor escreve: “Destemporalizando o espaço e desumanizando-o, a geografia acabou dando as costas ao seu objeto e terminou sendo “uma viúva do Espaço”.”  Com isso, temos um balanço geral do que foi tratado nesta parte do livro, com apontamentos cruciais e pontos essenciais da discussão que não podem ser perdidos de vista.  Agora, tendo em vista o primeiro capítulo da segunda parte, destacamos os seguintes pontos abordados no encontro: A influência das Escolas Nacionais de Geografia com relação a fragmentação e isolamento com as outras formas de produzir conhecimento geográfico; a necessidade de uma maior interdisciplinaridade entre as demais ciências, não só a geográfica; afirmações quanto à necessidade de se pensar a geografia historicamente para fins de melhor análise do espaço social do presente. (SANTOS, p. 135, 2002); outra discussão importante diz respeito à questão imperativa de se reconhecer o objeto da geografia e suas principais categorias, para em sequencia conseguir aplicar com segurança à interdisciplinaridade. (SANTOS, p. 135, 2002).

 

 

No mais, temos encontro marcado para o próximo dia 25/11/2018, com a discussão dos capítulos 10 e 11.

 

 

Atenciosamente,

 

 

Bruno Campos

Relato da quarta reunião do GEGH 2018-2 que está discutindo o livro Por uma Geografia Nova, ocorrida em 04/10/2018

Foi realizado mais um encontro do 14° Grupo de Estudos de Geografia Histórica, com destaque para a leitura de mais dois capítulos do livro Por uma Geografia Nova: da crítica da Geografia a uma Geografia Crítica, de Milton Santos.  O encontro foi marcado pela presença dos participantes: Martin Virtuoso, Paulo Ricardo Pessanha, Rosânia Barreto, Bruno Campos Moraes e a integrante Bruna Caroline. A metodologia adotada quanto às exposições dos conteúdos mantiveram-se as mesmas. O horário dos encontros são às 9 horas, todas as quintas feiras.

O livro, como vem sendo ressaltado,  apresenta abordagens críticas ao conteúdo da história do pensamento geográfico, sendo estas críticas direcionadas principalmente às correntes de pensamento que ao longo da história influenciaram os eixos epistemológicos da Geografia. Mais recentemente, nesta última quinta-feira, dia 04/10/2018, as discussões travadas tiveram início com a apresentação do capítulo 6, “A Geografia da Percepção e do Conhecimento”, com a apresentação sendo feita pela Bruna Caroline a  partir da exposição oral dos argumentos centrais trabalhados no capítulo. Dentro de uma visão geral do que foi trabalhado em ambiente de sala, destacamos este capítulo como um ensaio crítico dessas duas novas abordagens trazidas pela Geografia, a da Percepção e do Comportamento.  A Geografia da Percepção manifesta-se principalmente de acordo com as percepções individuais de cada sujeito, alternando assim o conteúdo do objeto da Geografia múltiplas vezes. Para SANTOS (2002), esse caminho torna-se complicado, uma vez que sempre estaremos lidando com  percepções e não com o conhecimento analítico do real. Essa questão levará a outra proposição crítica do autor, quando o mesmo discorre quanto ao suposto conteúdo dessa percepção geográfica da realidade, que estaria supostamente presa às formas e situações geográficas em relação ao seu conteúdo aparente, e não teria cuidado com o que os objetos geográficos representam em relação ao conteúdo explicativo desses objetos, assumindo assim um nível de análise mais profundo com relação à paisagem, se quisermos destacar um exemplo de operação de um dos conceitos mais importantes da Geografia. Completando essa nova fase que então chegara à Geografia através de influências da Psicologia Social e Comportamental,  a Geografia do Comportamento apresenta duas principais tendências de abordagem. Segundo SANTOS (p. 95, 2002), a diretrizes seriam: “a) os comportamentos individuais são o resultado de volições e decisões pessoais, individuais; b) são os comportamentos pessoais que contribuem para modelar o espaço.” Nesse sentido, a principal crítica apresentada é resultado de uma visão de totalidade de Milton Santos, onde o mesmo, por acreditar em um movimento total da sociedade, anuncia apontamentos problemáticos quanto à abordagem comportamental. Com isso, os indivíduos ao modelarem os espaços estariam sujeitos à uma práxis coletiva já instituída; determinações estruturais seriam o ponto fraco da Geografia do Comportamento. Com relação ao outro capítulo, intitulado “O Triunfo do Formalismo e da Ideologia”, destacam-se as problemáticas levantadas acerca dos impactos analíticos da New Geography, com esta fazendo parte de estudos que levavam em conta, principalmente, o utilitarismo da Geografia com relação à difusão espacial do capital através de modelos abstratos e extremamente quantitativos.  Essa tendência positivista que utilizava a matemática como instrumento de legitimação cientificista subestimava a realidade, pois a realidade apresentava um sem-número de contradições, formações históricas distintas, isto é, especificidades que não estavam no escopo de inferência das análises da então Nova Geografia. Com efeito, sobre a caracterização dessa nova vertente incorporada às práticas teóricas geográficas, Santos (p. 108, 2002) afirma que a New Geography representou uma ‘involução’.

As atividades do GEGH seguem em operação normal. O próximo encontro será realizado no dia 11/10/2018.

 

Atenciosamente,

 

Bruno Campos

Encontro com Milton Santos: O Mundo Global Visto do Lado de Cá (2006), de Sílvio Tendler

Como estamos discutindo um livro da obra de Milton Santos, vale a pena recordar o documentário “Encontro com Milton Santos: O Mundo Global Visto do Lado de Cá” (2006), de Sílvio Tendler. Para quem não viu vale muito a pena ver, para quem já viu vale a pena rever, pois Milton discorre sobre a Globalização e esta, cada vez mais, está na ordem do dia. Abaixo o link para assistir. Bom filme!

Relato do terceiro encontro do GEGH, ocorrido em 27/09/2018, que discutiu os capítulos: “A Geografia Quantitativa” e “Modelos e Sistemas: Os Ecossistemas” do livro Por uma Geografia Nova

Dando continuidade as atividades do Grupo de Estudos de Geografia Histórica, no último dia 27/09/2018, foi realizado mais um encontro do grupo, onde foram discutidos os capítulos 4 e 5, intitulados respectivamente: “A Geografia Quantitativa” e “Modelos e Sistemas: Os Ecossistemas”. A apresentação foi realizada por Martins. Como vem sendo colocado em prática, a discussão teve início com Martins norteando o caminho das questões, uma vez que a participação dos integrantes foi recorrente, frente a dificuldade do assunto tratado. As discussões estiveram voltadas ao conteúdo da Geografia Quantitativa, com ênfase, principalmente na abordagem problemática que foi posta. Entre as questões, afirma-se, segundo Milton Santos, que a Geografia Quantitativa seria mais uma metodologia do que propriamente um paradigma, titulação esta feita por parte de alguns integrantes dessa vertente do pós-guerra.  Outra crítica levantada por Milton Santos e discutida no dia do encontro, foi a de que Geografia Quantitativa deixa de lado em suas análises, principalmente a categoria de tempo, isto é, também não incluiria em seus estudos a história, o tempo social, a temporalidade, etc. sendo assim trabalhada sempre em cima de “resultados” e  não dos processos. (SANTOS, 2002, p. 74-75). Com relação ao outro capítulo, foi ressaltado, principalmente, a importância que tem o necessário movimento do conceito e do modelo, não sendo cabível, em certos termos, a apreensão da realidade por modelos e conceitos que nada têm do real, do histórico, etc. Sobre este ponto em especial, Milton Santos fala de uma “violência metodológica”. O livro “Por Uma Geografia Nova” trata de diversos temas de forma polêmica, sendo demonstrado principalmente uma aversão à Geografia Quantitativa.

No mais, daremos continuidade às atividades que tem sido realizadas, com o próximo encontro marcado para o dia 04/10/2018.

 

Att.

 

Bruno Campos

Nesta quinta-feira, dia 27/09/2018, será realizado o terceiro encontro do GEGH, que está discutindo importante obra da Geografia Crítica

Será realizado, nesta quinta-feira, 27/09/2018, às 9 horas, o próximo encontro do Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Até o presente momento, já foram discutidos os capítulos 1, 2, 3 e também a introdução do livro “Por Uma Geografia Nova”, de Milton Santos.  O livro citado vem sendo objeto de estudo e debate, uma vez que sua importância para a Geografia Brasileira em sua fase de renovação crítica é de caráter ímpar. Os próximos capitulos a serem discutidos são: “A Geografia Quantitativa” e também “Modelos e Sistemas: Os Ecossistemas”. A apresentação será feita por Martins.

Aqui fica o convite a toda comunidade acadêmica e interessados  em geral, em pensar e discutir a importante obra de Milton Santos, sendo ela uma reorientação epistemológica que foi fortemente influenciada pela obra de Marx. Esperamos a presença de todas e todos.

 

Ao aguardo de todos,

 

Att.

Bruno Campos