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Participação do Grupo de Estudos de Geografia Histórica na Semana de Extensão UFF 2014

O projeto de extensão “Grupo de Estudos de Geografia Histórica” participará da 19ª Semana de Extensão da Universidade Federal Fluminense. A apresentação, a cargo das bolsistas de extensão Karlany Nascimento Brandão da Silva e Nathalie Monteiro Dias, ocorrerá amanhã, 14/10/2014 às 14 horas  no Bloco F (Faculdade de Economia), Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói, RJ.

Para maiores informações da 19ª Semana de Extensão clicar na imagem abaixo:

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Já na quarta-feira, dia 15/10 das 08 às 12:00h no Hall do Centro de Convenções da UENF acontecerá a apresentação do Banner sobre o Projeto de Extensão como parte da VI MOSTRA DE EXTENSÃO IFF – UENF – UFF, que ocorrerá no Centro de Convenções da UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, situado à Av. Alberto Lamego, 2000 – Parque Califórnia – Campos dos Goytacazes – RJ. A apresentação estará a cargo também das bolsistas de extensão Karlany Nascimento Brandão da Silva e Nathalie Monteiro Dias e tem como autores, além  das apresentadoras, o coordenador, Marcelo Werner da Silva e os participantes  Gabriel Olavo Francisco Forti, Igor Soares Cruz, Pâmela Souza Cruz, Luana Aparecida Castro Firmino, Priscila Viana Alves e Anadelson Martins Virtuoso.

Maiores informações do evento clicar na imagem abaixo:

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por | 13/10/2014 · 15:26

Encerramento do 9º GEGH 2014-1 – A Geografia e os dois polos epistemológicos da Modernidade

No dia 05/06/2014 foi realizada a última reunião do 9º Grupo de Estudos de Geografia Histórica, realizado no primeiro semestre de 2014, que teve a denominação de “A Geografia e os dois polos epistemológicos da Modernidade” por ter discutdo o livro “Geografia e Modernidade” de Paulo César da Costa Gomes.

Nesse dia discutimos o último capítulo do livro, o capítulo 12, denominado “O horizonte humanista”. Postamos aqui o relato realizado pela bolsista Nathalie Monteiro Dias:

                Relatório da reunião do dia 05/06/14 – Capítulo 12

O horizonte humanista

Martins começou a reunião lendo o relatório do encontro anterior, que ocorreu no dia 29/05. Após a leitura, Marcelo comunica que foi ao 2° Simpósio Nacional de Cartografia Histórica em Tiradentes, e comenta sobre o evento. Martins relembra dos mapas antigos que retratavam Jerusalém como o centro do mundo. Hélio comenta que o uso de satélites na atualidade é uma apropriação da informação pelo capitalismo, tais dados não são repassados para a população.                                                                                                                                                           Hélio inicia sua apresentação e fala da necessidade de reconstituir algumas questões pessoais sobre sua preparação para a apresentação do capítulo, ressaltando o fato de não ter feito graduação em Geografia e por isso não estar familiarizado com algumas abordagens do autor. Volta na proposta inicial do livro e fala que a modernidade abre uma série de interpretações. Comenta sobre Sísifo, na mitologia grega, que recebeu como castigo empurrar uma pedra até o topo de uma montanha, de onde ela rola de volta. Trata-se de uma rotina improdutiva, e o único modo dele fugir dessa monotonia seria enxergar as coisas com ressignificações , tal mito serve como metáfora para a modernidade, que sempre se reinventa. Destaca que a modernidade é a ruptura com o sistema feudal, e que no Humanismo, o homem se liberta do racionalismo e passa a ter um visão antropocêntrica. Cita a primeira frase do capítulo: “Há tantos romantismos quanto românticos.” E faz uma analogia: “Há tantos humanistas quanto humanos.”  Quem adota o materialismo de Marx é humanista, também é humanista quem adere ao existencialismo de Sartre ou segue a dramaturgia de Shakespeare. Portanto essa diversidade é um “ecletismo voluntário” e acaba criando uma ambigüidade em relação as suas limitações. Há no humanismo suas divergências e consensos, mas todos concordam que o racionalismo deve ser superado, por não considerar o humano. Analisa que trata-se de um humanismo crítico, diferente daquele do Renascimento. O Humanismo não adota um modelo, porém,  como ciência precisa de um método, por isso a adoção do método marxista. Hélio também acrescenta que o espaço passa a ser um processo histórico, contextualizado e carregado de significações. O homem interfere no mundo no momento em que vive. Faz o seguinte questionamento: O que distingue o humanista e o homem de ciência? O Renascimento trouxe a dicotomia entre Racionalismo e Humanismo. Descartes trouxe a idéia de que a ciência está diretamente associada ao método lógico e racional. A partir das grandes descobertas, o humanista passou a conhecer diferentes sociedades, enxergando o outro sob a perspectiva de alteridade. Hélio também ressalta que o Humanismo analisa as partes e utiliza o método da Hermenêutica, a arte da interpretação. Cita Dardel, “É preciso decifrar a terra como uma escrita.” Observa que quanto mais nos aproximamos do humanismo, mais temos consciência da “inexatidão do saber” . O humanismo traz a concepção de que existem múltiplas formas de conhecimento, pois o homem como produtor de cultura, traz o relativismo.  Hélio também comenta a abordagem do autor sobre a arte como instrumento da ciência, pois a arte por possuir caráter simbólico e carregar significados, é a expressão mais livre da cultura de um determinado lugar.  Hélio recita duas poesias de sua própria autoria: O Rio da Minha Alma e Itaoca. Martins aproveita o tema e comenta sobre os rios que secam e viram lagos. Hélio cita o autor ” O homem moderno está no centro do mundo, como no fim da Idade Média, só que agora consciente da relatividade espaço-temporal desta centralidade.”  Marcelo avisa que o tempo da apresentação está acabando. Hélio retoma falando sobre o conceito de espaço vivido e A. Frémont, que considera o espaço como uma dimensão da experiência humana do lugar. Logo após finaliza considerando que o geral não é a simples soma das partes, mas a interação dialética entre elas. Priscila Alves fala brevemente sobre o geógrafo como observador privilegiado, o espaço vivido, e como a arte orienta a Geografia. Martins volta ao tema de espaço vivido e fala sobre a relação entre a nossa casa, trabalho e lazer, que vivenciamos cotidianamente, é diferente do que vemos nas cartas cartográficas ou em gráficos, que não vivenciamos. Marcelo acrescenta que a Geografia Crítica e a Humanista coexistem, e não seguem necessariamente uma sequência. Marcelo propõe que cada membro fale sobre sua experiência com o livro. Hélio recomenda o livro “Dicionário Básico de Filosofia” de Hilton Japiassú e Danilo Marcondes.  Marcelo também avisa que o grupo do próximo semestre terá novo formato que está sendo elaborado e que reunião preparatória para esse próximo grupo será realizada na primeira quinta de agosto, dia 07/08/2014 às 9 horas, para a qual todos já estão convidados.Encerramos o grupo com a foto do último encontro.  Participaram da reunião: Marcelo, Martins, Daniele, Dayana, Priscila Caetano, Hélio, Dilciléa, Priscila Alves e Nathalie.

 

O grupo foi um dos mais difíceis já realizados, pois o livro impôs muitos desafios aos participantes. No final registramos os presentes na reunião final, que podem ser vistos na foto abaixo:

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Os participantes fizeram avaliações que podem ser consultadas abaixo: [serão inseridas posteriormente]

Aradecemos então a todos os participantes do 9º GEGH, em especial aos que chegaram até o final dos debates e aguardamos todos os interessados no 10º Grupo de Estudos de Geografia Histórica a comparecerem na reunião preparatória do dia 07/08/2014 às 9 horas.

Att.

Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Projeto de Extensão Grupo de Estudos de Geografia Histórica

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Reunião de amanhã, 05/06/2014

Se realizará amanhã, 05/06/2014 a partir das 9 horas, a última reunião do Grupo de Estudos A Geografia e os dois polos epistemológicos da Modernidade, que discute a obra “Geografia e Modernidade” de Paulo César da Costa Gomes. Nesta reunião discutiremos o último capítulo da obra, denominado “o horizonte humanista”, que vem encerrar a trajetória do livro pela história do pensamento geográfico. Está prevista a apresentação pelo Hélio e o debate por Priscila Alves.

Conto com a presença de todos,

Atenciosamente,

Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Projeto de Extensão “Grupo de Estudos de Geografia Histórica”

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Relatório da reunião do dia 22/05

Abaixo o relatório da reunião do dia 22/05/2014 do 9° Grupo de Estudos de Geografia Histórica (2014-1), feito pela aluna Bruna Borges:

Iniciamos o grupo do dia 22/05 lendo o resumo do grupo anterior feito pelo Prof. Marcelo. Logo após o participante Thalles inicia sua apresentação referente ao capitulo 10 “o horizonte logico-formal na geografia moderna”. Thalles comenta que mesmo com os aparados tecnológicos, os economistas também estudam o desenvolvimento regional, que é comum ver o estudo das redes e fluxos, na geografia e também na logística. Estudando o espaço a favor da economia. Diz que o autor mostra os modelos da geografia pra se firmar no mundo, no conhecimento, que a ciência tem que ser geral, em busca de fatos, métodos para poder se firmar, que todas as ciências estão utilizando os mesmos métodos para se chegar a verdade e que a geografia não acompanhou o desenvolvimento das modernizações que estavam acontecendo no período. Fala também que todas as ciências foram reformuladas para ter uma sistematização. Com o passar do tempo,o papel da geografia como ciência social, explicando o papel da geografia física. Então ele pergunta: O que seria melhor uma geografia tradicional muito descritiva, ou uma geografia nova com utilização de parâmetros? Qual sereia a vantagem da nova geografia? Passa-se a palavra para o Martins para iniciar o debate que inicia dizendo que se a gente não se atualiza, acabamos ficando defasados entre as novas leituras e métodos. Martins ressalta a questão do neopostivismo em que se baseou essa nova geografia quantitativa teorética.  A própria geografia acaba fazendo a mesma coisa. O moderno é relativo, pois o que é hoje desqualifica o que era ontem. A matemática é usada como linguagem, para se chegar a uma analise mais cientifica, tendo o pensamento logico firmado na matemática. Na geografia quantitativa se pensa na população como um numero, exemplo 8 milhões de habitantes, concentração demográfica em tal lugar e etc. Cita La Blache e comenta que antes ele era criticado pelo seu método de analise, e com o tempo e até mesmo hoje em dia ainda é usado. Martins ressalta que dentro do capitulo podemos destacar a estruturação desse movimento.  Comenta sobre a relação politica pós-guerra,Europa desestruturada e EUA apareceu como herói, tanto economicamente, politicamente e como que os EUA influenciaram totalmente as ciências, o que era produzido nos EUA era o que influenciava no mundo todo, no caso uma geografia teorética quantitativa voltada para novas análises espaciais que ajudam na economia, desenvolvimento e etc. Marcelo fala sobre o capitulo e pontua alguns pontos importantes como a busca da singularidade, e após da regularidade. A ideia da nova corrente é negar tudo que havia feito, cita o Selaffer  como padrinho desse movimento. Martins coloca a questão: Como se colocar a geografia na vida ou a vida na geografia? Thalles diz que no ensino fundamental o Brasil não é colocado para se estudar e que isso acaba influenciando no crescimento do aluno e população. Martins emprega a questão de muitas vezes o geografo não ter um espaço no mercado, não ter reconhecimento de seu trabalho e estudo. Fala também sobre a questão da geografia no ensino fundamental e é iniciado um debate sobre a questão da geografia no mercado de trabalho, no cotidiano e em algumas outras situações. Logo após, finalizamos o grupo de estudos.

 

Segue abaixo o roteiro de apresentação do 10° capítulo “O horizonte lógico-formal na geografia moderna”  apresentado pelo aluno Thalles Martins.

roteiro cap. 10

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Palestra “Telecomunicações e uso corporativo do território no Brasil: competitividade, regulação ou cooperação?”

Acontecerá no dia  02 de junho às 15 horas a palestra “Telecomunicações e uso corporativo do território no Brasil: competitividade, regulação ou cooperação?”  que será ministrado pelo Pesquisador Ms. Paulo Fernando Jurado da Silva, numa promoção do Grupo de Estudos de Geografia Histórica e do Programa de Pós- Graduação em Geografia. Será realizada na sala 201 do Bloco G (Prédio Amarelo).

O Pesquisador Ms. Paulo Fernando Jurado da Silva é licenciado e mestre em Geografia pela UNESP, Campus de Presidente Prudente. Atualmente, é doutorando pela mesma instituição, onde é editor eletrônico da Revista Geografia em Atos. Em Cuba, realizou seu doutorado-sanduíche pela Universidad de La Habana. Já em Buenos Aires e Santiago do Chile participou de estadia de investigação científica, respectivamente, na Universidad de Buenos Aires e na Comissão Econômica para a América Latina. É autor do livro “Cidades pequenas: perspectivas teóricas e transformações socioespaciais”, escrito em conjunto com o professor Eliseu Sposito, professor da UNESP de Presidente Prudente.
Seus principais temas de pesquisa, no momento, são telecomunicações, redes técnicas, cidades pequenas e transformações socioespaciais.

Contamos com a presença de todos.

marcelo

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Relatório da Reunião do dia 15/05/2014

 

Abaixo o relatório da reunião do dia 15/05/2014 do 9° Grupo de Estudos de Geografia Histórica (2014-1), feito pelo Prof. Marcelo Wermer:

Relatório da reunião do 9º GEGH 2014-1

             A reunião foi iniciada com a leitura do cap. 8, “Vidal – um cruzamento de influências”. Participaram da leitura Martins, Priscila Caetano, Dayane, Talles, Priscila Viana, Nathalie e Daniele. Por não ter relator no dia, o coordenador Marcelo solicitou que Martins coordenasse a reunião enquanto fazia o relatório do dia.

O debate do capítulo foi realizado pelo Martins que destacou o pouco hábito, na geografia, em ler os clássicos, limitando-nos a interpretações realizadas por outros autores dos originais. Priscila Caetano destaca que a visão vigente é que os clássicos são ultrapassados. Martins também destaca a pretensão da geografia em integrar fatos estudados separadamente por outras ciências.

A seguir o debate foi aberto. Daniele expressa sua dúvida de como, na geografia, se dá o debate e a oposição ao determinismo. Dayane esclarece o debate existente na geografia entre determinismo e possibilismo. Martins destaca que esses rótulos (determinismo, por exemplo) foram colocados à posteriori. Marcelo pontua que o texto destaca a multiplicidade de abordagens do próprio Vidal de La Blache. Dayane então coloca a necessidade de ler os clássicos para o aprofundamento das discussões. Hélio dá como exemplo o rótulo colocado em Karl Marx, em que suas primeiras obras são classificadas como do “jovem Marx”, comentando a piada corrente de que se Marx fosse desenterrado não se reconheceria diante das inúmeras “leituras” de sua obra, fazendo com que exclamasse “eu não sou marxista”. Por isso alguns chamam a obra de Marx como marxiana, assim como de Vidal seria vidaliana. Também ilustra com a análise literária, que para, por exemplo, falar de Machado de Assis, é necessário ler Machado de Assis. Como sua formação é em História, Hélio declara que desconhecia a profundidade da discussão teórica (epistemológica) na geografia. Comentou também a produção do conhecimento geográfico em uma perspectiva holística, New Age e destacou a produção de Gilberto Freire. Também comentou que o debate de idéias no século 19 tinha sabor de novidade e que hoje há maior propriedade nas discussões, destacando não as certezas quanto as resultados produzidos, mas sim a ênfase nos procedimentos (a sua cientificidade). Martins destacou os limites à atividade racional para alcançar a essências das coisas (a partir de Kant). A seguir Martins lê sua avaliação sobre o texto para fomentar mais discussões, destacando a “descrição científica” de La Blache. Bruna destaca que a cienficidade dos procedimentos citada por Hélio, não traz conforto, mas segurança, citando parte do texto. Martins destaca que sempre se ouve dos profissionais que o que move (a ciência) é a dúvida e não as certezas. À luz da declaração do Martins, Hélio pergunta que obra trataria das condições geográficas dos fatos sociais, sendo esclarecido pelo Martins. Marcelo destaca a polêmica entre seguidores de Vidal de La Blache e Durkheim. Priscila Caetano cita então o livro de Ruy Moreira, “O pensamento geográfico brasileiro II (as matrizes da renovação) em que está detalhada a polêmica envolvendo Durkheim e L. Febvre.

O capítulo 9, denominado “A renovação crítica”, foi apresentado por Priscila Caetano e Dayane, que utilizaram o seguinte roteiro de apresentação (anexar). Da apresentação pode-se destacar as perguntas de Priscila Caetano: o local se explica por sim mesmo? O local é menos complexo que o global? Após a apresentação que recebeu elogios, Marcelo exerce a função de debatedor. Destaca que o roteiro de apresentação das autoras segue o modelo do “fichamento comentado” utilizado no Grupo de Estudos de 2013-1. Também que os autores abordados no capítulo representam a transição entre a geografia clássica e a geografia moderna. Que marca também a ascensão dos Estados Unidos, que se dá também no plano das idéias. Justifica estar também fazendo o relatório pela transição de bolsistas, necessitando demonstrar, na prática, como o relatório deve ser feito. Ao abrir o debate Hélio comenta, a ascensão neste período também, da Escola de Chicago nas ciências sociais, que recebeu financiamento direto de Beto Rockfeller. Thalles comenta que Sauer apela para o modelo de causa-efeito através da utilização do método histórico. Martins realiza um apanhado geral dos três autores, considerados intermediários em classificações estanques. Hélio abre um debate sobre a utilização da palavra moderno, pois o autor chama o próximo período a ser estudado no livro de “O Advento dos Tempos Modernos” (Parte 3 do livro Geografia e Modernidade). Marcelo destaca a contradição existente no livro. Por um lado o livro aponta os dois pólos que percorrem a modernidade (o racionalismo e seus opositores) e por outro a contraposição entre a Geografia Clássica e a Geografia Moderna. Aponta que essa contraposição pode ser melhor explorada na continuação dos debates.

Para finalizar Hélio realiza o informe sobre a Bienal do Livro a ser inaugurada no dia seguinte da reunião e sua importância para a cultura da cidade. Assim se encerram a reunião, estando presentes: Marcelo, Thalles, Daniele, Nathalie, Martins, Bruna Magalhães, Priscila Caetano, Dayana, Hélio e Priscila Alves.

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Reunião de amanhã, 22/05/2014

Confirmamos a reunião de amanhã, 22/05/2014 às 9 horas em que será discutido o capítulo 10  do livro Geografia e Modernidade. O cronograma de apresentações aparece abaixo:

cronograma08.05.2014

 

 

Aguardamos todos para mais esta rodada de debates!

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