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O tema 7 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, “Sobre a memória das cidades”, será debatido no dia 06/11/14 às 9 horas

Tema 7 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica – Sobre a memória das cidades, de Mauricio de Almeida Abreu, será debatido no dia 06/11/14 às 9 horas. Como sempre a reunião será na sala 205 do bloco C (prédio da Biblioteca).

Essa reunião será importante porque com ela estaremos encerrando o Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, modelo que obteve grande sucesso em debater temas importantes da obra do prof. Maurício de Almeida Abreu, homenageado do Ciclo de Debates.

Contamos com a presença de todos,

Atenciosamente,

Prof. Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica

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Arquivado em 10º GEGH 2014-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Relato da Discussão do Tema 6 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, realizado em 30/10/2014

Foi realizado no dia, 30/10/2014 das 9 às 12 horas, na sala 205 do Bloco C, a 5ª reunião do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica (homenagem a Maurício de Almeida Abreu). Na ocasião foi discutido oTema 6Reconstruindo uma história esquecida: origem e expansão inicial das favelas do Rio de Janeiro, de Mauricio de Almeida Abreu, que foi apresentado por Mariana Machado Tavares.

Abaixo reproduzimos o relato da reunião realizado por Nathalie:

Relatório tema 6 -” Reconstruindo uma história esquecida: origem e expansão inicial das favelas do Rio de Janeiro” , de Maurício de Almeida Abreu. Apresentação feita por Mariana Tavares em 30/10/2014

Mariana Tavares realiza sua apresentação e Marcelo complementa com pontos relevantes, além de elogiar a utilização de recursos artísticos em sua exposição.

Debate: Hélio Coelho associa o processo de favelização a  resistência popular e a luta pelo direito a cidade. Marcelo ressalta os dados das favelas de Campos dos Goytacazes que Mariana usou em sua apresentação. Mariana comenta que é interessante notar que as favelas de Campos sempre estão a margem e perto das saídas da cidade. Com isso, é possível constatar a exclusão e negação do direito a cidade para as camadas mais pobres. Faz uma comparação entre as favelas cariocas e  as favelas de Campos dos Goytacazes quanto ao estereótipo e abordagem da mídia, que estão ligados a política. Outro participante comenta que em Campos, a população carente é mais resignada, já no Rio de Janeiro ocorre maior resistência. Hélio ressalta que o processo de favelização em Campos  foi bastante posterior, surgindo na década de 70. Além de questionar a “glamourização”  da favela pela mídia e dizer que esse tipo de abordagem no debate deve ser revisto. Mariana comenta que antigamente não havia violência nas favelas de Campos e que os moradores transitavam sem medo, a implantação do tráfico é recente. Karlany explica a questão do projeto “Morar feliz”, que removeu habitações consideradas em área de risco às margens do rio Paraíba e realocaram esses moradores para a margem da lagoa do Vigário. Tal medida não beneficiou a população e não extinguiu o problema. Hélio comenta que é necessário questionar essa política do estado quanto a remoção das comunidades e investir em infra-estrutura nas áreas já habitadas. Outro participante explica que os moradores das favelas  recebem pressões e ameaças para abandonar suas casas e aceitar a remoção feita pelo projeto “Morar Feliz”. A intervenção do governo não considera a idéia de pertencimento daquele lugar e o vínculo afetivo que foi construído ao longo do tempo. Seria melhor investir na urbanização das favelas. Marcelo agradece a participação de todos e encerra o debate.

Abaixo algumas fotos da reunião:

 

 

 

 

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Arquivado em 10º GEGH 2014-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Tema 6 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, “Reconstruindo uma história esquecida: origem e expansão inicial das favelas do Rio de Janeiro”, será debatido no dia 30/10/14 às 9 horas

Tema 6 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica – Reconstruindo uma história esquecida: origem e expansão inicial das favelas do Rio de Janeiro, de Mauricio de Almeida Abreu, será debatido no dia 30/10/14 às 9 horas.

Como sempre a reunião será na sala 205 do bloco C (prédio da Biblioteca).

Aguardando a presença de todos,

Atenciosamente,

Prof. Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica

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Arquivado em 10º GEGH 2014-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Relato da Discussão do Tema 5 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, realizado em 23/10/2014

Foi realizado no dia, 23/10/2014 das 9 às 12 horas, na sala 205 do Bloco C, a 5ª reunião do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica (homenagem a Maurício de Almeida Abreu). Na ocasião foi discutido o Tema 5Construindo uma geografia do passado: Rio de Janeiro, cidade portuária, século XVII, de Mauricio de Almeida Abreu, que foi apresentado por Bruna Caroline Magalhães de Oliveira.

Abaixo reproduzimos o relato da reunião realizado por Nathalie:

Relatório tema 5 – Construindo uma geografia do passado: Rio de janeiro, cidade portuária, século XVII, de Maurício de Almeida Abreu. Apresentação feita por Bruna Caroline Magalhães de Oliveira, em 23/10/2014.

Bruna Caroline realiza sua apresentação e Marcelo complementa com alguns pontos relevantes. Também divulga o trabalho de campo ” Paisagem e cultura: um olhar sobre a Baixada Campista” e Hélio Coelho relata sua experiência com a Baixada desde sua infância, destacando a festa de Santo Amaro como elemento cultural da cidade.

Marcelo propõe o debate e um participante comenta sobre a retirada do Morro do Castelo e como sua execução deve ter sido trabalhosa. Cita o artigo “Sobre a memória das cidades”, de Maurício de Almeida Abreu e como a revalorização e manutenção do passado se dá também pelos aspectos econômicos. Martins complementa sobre tal observação quanto a questão econômica influenciar diretamente na manutenção, decadência ou revalorização da paisagem. A economia molda as cidades em três escalas: global; nacional e local. O aspecto econômico é o vetor principal que configura o espaço geográfico. Hélio fala que infelizmente estamos atados por questões econômicas e somos o produto de tal relação. O próprio Marx falou que a determinação econômica é em última instância, ou seja, há muitos aspectos que envolvem e influenciam a sociedade, colocando o homem como protagonista. Gabriel Olavo comenta que a cidade foi concebida com a função econômica e como essas estruturas cristalizadas como elementos da paisagem são refuncionalizadas de acordo com o contexto histórico e econômico. Bruna Caroline destaca a questão do turismo, que traz novas configurações para a cidade. Marcelo fala sobre a intencionalidade dos documentos e como geralmente os documentos transmitem a visão das elites. Também complementa que, de forma indireta, é possível ter conhecimento das classes populares através de processos judiciais. Raphael avalia que nos documentos tem a história dos vencedores, mas não podemos nos afastar da história dos vencidos. No museu da Praça de São Salvador há um quadro que retrata a guerra do Paraguai destacando apenas as figuras políticas da época, enquanto os soldados que participaram de forma efetiva e lutaram na guerra estão a margem, na sombra. Para ilustrar essa questão, Hélio cita o poema Perguntas de um operário que lê, de Bertold Brecht: http://dariodasilva.wordpress.com/2012/10/29/perguntas-de-um-operario-que-le-bertold-brecht/. Martins ressalta que a Geografia do passado não desenfreia a realidade atual. O estudo do passado possui um distanciamento necessário para melhor análise, diferentemente da atualidade que é mais difícil de entendê-la, pois são diversas fontes divergentes e diferentes leituras. É difícil entender o passado, e também o presente, sempre há uma leitura parcial. Hélio comenta que toda ciência é humana. Não pode se afastar da academia, mas também é importante considerar os aspectos culturais. Marcelo agradece a participação de todos e encerra o debate.

Abaixo algumas fotos da reunião:

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Tema 5 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, “Construindo uma geografia do passado: Rio de Janeiro, cidade portuária, século XVII”, será debatido no dia 23/10/14 às 9 horas

Tema 5 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica – Construindo uma geografia do passado: Rio de Janeiro, cidade portuária, século XVII, de Mauricio de Almeida Abreu, será debatido no dia 23/10/14 às 9 horas.

Como sempre a reunião será na sala 205 do bloco C (prédio da Biblioteca).

Aguardando a presença de todos,

Atenciosamente,

Prof. Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica

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Arquivado em 10º GEGH 2014-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Relato da Discussão do Tema 4 do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica, realizado em 09/10/2014

Foi realizado no dia, 09/10/2014 das 9 às 12 horas, na sala 205 do Bloco C, a 4ª reunião do Ciclo de Debates de Geografia Urbana Histórica (homenagem a Maurício de Almeida Abreu). Na ocasião foi discutido o Tema 4 – Pensando a cidade no Brasil do passado, de Mauricio de Almeida Abreu, que foi apresentado por Gabriel Olavo Francisco Forti.

Abaixo reproduzimos o relato da reunião realizado por Nathalie:

Relatório Tema 4 – Pensando a cidade do Brasil no passado, de Maurício de Almeida Abreu. Apresentação feita por Gabriel Olavo Francisco Forti em 09/10/2014.

Gabriel Olavo executa sua apresentação e logo após Marcelo elogia e propõe o debate.

Um participante inicia comentando sobre a fala de Sérgio Buarque quanto a diferença das duas colonizações e a oposição da cidade barroca e a cidade iluminista. Além disso, destaca o sentido utilitário da colônia e como o Brasil se tornou sede do Reino com a vinda da família real. Após tal observação, recomenda a leitura do livro “A utopia do poderoso império”, de Maria de Lourdes Viana Lyra para melhor entendimento do assunto. Hélio Coelho comenta que nos primeiros aglomerados não haviam ruas. As cidades do Brasil são um complemento do campo, tal concepção de cidade parece um nó. Qual é o nível de vida que acontece? No século XIX só haviam as câmaras municipais que organizavam o espaço urbano. A ideia de que o Brasil podia se tornar sede do Império estava muito clara nas ações do Marquês de Pombal. Marcelo relembra que os proprietários rurais eram obrigados a ter casa na cidade. Gabriel Olavo comenta que antes da chegada da família real no Brasil, as cidades serviam de espaço para a exportação. A autonomia de gestão gerou grandes transformações. Hélio ressalta que a colônia não era uma repartição pública de Portugal. A noção de cidade como organismo vivo, possuindo artérias, coração e braços é importante. Ressalta também o diálogo entre médicos e engenheiros para a organização e planejamento das cidades. Gabriel Olavo comenta que é importante pensar a cidade como algo para todos, visando o coletivo. Hélio comenta que no período colonial, a igreja católica era oficial e por isso eram proibidas outras formas de manifestação religiosas. Bruna Caroline ressalta que o Brasil é fundamentalmente o campo, e faz uma comparação com o resultado eleitoral do primeiro turno, sobre o fato de Aécio Neves ter uma votação muito expressiva no Centro-Oeste. O pensamento político de Aécio representando o conservadorismo e o agronegócio. Hélio complementa com sua frase “O agronegócio é o que há de mais moderno e também pode ser a expressão do neocolonialismo”. Bruna aborda o assunto do artigo e observa que por mais que tenham teses divergentes, os autores convergem no sentido de que o Brasil é fundamentalmente rural. Gabriel Olavo fala que é interessante fazer esse diálogo entre o pensamento de cidades da colônia espanhola e portuguesa. Marcelo explica que no Brasil existiam normas, apesar de não serem sempre respeitadas. Guilherme comenta que na América espanhola a mineração teve um período muito maior que no Brasil e foi menos centralizada. Marcelo analisa que a descoberta do ouro em Minas levou ao processo de interiorização. Gabriel Olavo ressalta que Maurício de Almeida Abreu faz um recorte para pensar a cidade no Brasil. Até meados do século XIX os instrumentos de comunicação possuíam pouco nível técnico. A constituição das cidades sofre alterações ao longo do tempo e de acordo com suas demandas. Marcelo agradece a presença de todos e encerra o debate.

Algumas fotos da reunião:

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Arquivado em 10º GEGH 2014-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Participação do Grupo de Estudos de Geografia Histórica na Semana de Extensão UFF 2014

O projeto de extensão “Grupo de Estudos de Geografia Histórica” participará da 19ª Semana de Extensão da Universidade Federal Fluminense. A apresentação, a cargo das bolsistas de extensão Karlany Nascimento Brandão da Silva e Nathalie Monteiro Dias, ocorrerá amanhã, 14/10/2014 às 14 horas  no Bloco F (Faculdade de Economia), Campus do Gragoatá, São Domingos, Niterói, RJ.

Para maiores informações da 19ª Semana de Extensão clicar na imagem abaixo:

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Já na quarta-feira, dia 15/10 das 08 às 12:00h no Hall do Centro de Convenções da UENF acontecerá a apresentação do Banner sobre o Projeto de Extensão como parte da VI MOSTRA DE EXTENSÃO IFF – UENF – UFF, que ocorrerá no Centro de Convenções da UENF – Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, situado à Av. Alberto Lamego, 2000 – Parque Califórnia – Campos dos Goytacazes – RJ. A apresentação estará a cargo também das bolsistas de extensão Karlany Nascimento Brandão da Silva e Nathalie Monteiro Dias e tem como autores, além  das apresentadoras, o coordenador, Marcelo Werner da Silva e os participantes  Gabriel Olavo Francisco Forti, Igor Soares Cruz, Pâmela Souza Cruz, Luana Aparecida Castro Firmino, Priscila Viana Alves e Anadelson Martins Virtuoso.

Maiores informações do evento clicar na imagem abaixo:

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1 comentário

por | 13/10/2014 · 15:26