Arquivo da categoria: 05º GEGH 2012-1

Certificados do Grupo de Estudos de Geografia Histórica de 2012

.Já estão disponíveis para retirada os certificados do Grupo de Estudos de Geografia Histórica de 2012 relacionados abaixo:

  • GRUPO DE ESTUDOS DE GEOGRAFIA HISTÓRICA 2012-1
  • Minicurso: “Espaço Simbólico: Paisagem e Representações”
  • Minicurso: “A Região Norte Fluminense como Objeto de Estudo”
  • Minicurso “Um Novo Olhar na Geografia para os Conceitos e Aplicações de Geossistemas, Sistemas Antrópicos e Sistemas Ambientais”
  • Oficina “O espaço como a Acumulação Desigual de Tempos”
  • Oficina “A propaganda como Recurso Didático Alternativo para o Ensino de Geografia”
  • Minicurso “A teoria dos Dois Circuitos da Economia Urbana: da Proposta à Operacionalização”
  • Equipe de Execução (Colaboradores) do Projeto de Extensão “Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Ficaram faltando os certificados do GRUPO DE ESTUDOS DE GEOGRAFIA HISTÓRICA 2012-2, que vieram com problemas e tiverem que ser substituidos, mas que aviso assim que estiverem disponíveis.

Os certificados podem ser retirados na secretaria do Departamento de Geografia de Campos, com o secretário Rafael. Favor apresentar documento de indentificação. Observar  o horário de férias, ligar antes para o telefone 2733-0310 ramal 4103 A relação dos certificados disponíveis pode ser verificada no arquivo abaixo:

Lista de Entrega dos Certificados GEGH 2012-final

Atenciosamente,

 

Marcelo Werner da Silva

Coordenador do Geohistórica

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Balanço do Grupo de Estudos de Geografia Histórica do ano de 2012

Prezados,

Antes de iniciar as atividades do ano de 2013, apresentamos um balanço das atividades de 2012, realizada pela bolsista de extensão do Grupo, Tatiane Cardoso Tavares:

RELATÓRIO FINAL DO PROJETO DE EXTENSÃO GEGH 2012

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Arquivado em 05º GEGH 2012-1, 06º GEGH 2012-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Relatório da reunião do dia 19/06/2012

A reunião do dia 19/06/2012 encerrou os trabalhos da quinta edição do Grupo de Estudos de Geografia Histórica, referente ao primeiro semestre de 2012. Nela foi discutido o último capítulo do livro Metamorfoses do Espaço Habitado, realizado o balanço dos participantes em relação ao grupo e escolhido o livro a ser discutido no próximo semestre. Abaixo o relatório da Tatiane sobre a reunião:

            Inicio da reunião do dia 19 de junho de 2012, Marcelo inicia a reunião justificando a ausência dele, de Ana e da Tatiane na reunião do dia 12 de junho de 2012. Devido aos três se encontrarem em trabalho de Campo em Foz do Iguaçu. Marcelo pede que a reunião se inicie com a leitura do relatório que foi feito pela Nágila, do encontro do dia 12 de junho de 2012.

Em seguida passamos a palavra a Marcelo, que anuncia o inicio da apresentação do capítulo10. Arelatora é a Mirian que fala sobre como definir o espaço, onde este espaço é formado por dois conjuntos que são praticamente inseparáveis um do outro. Esses espaços são a configuração territorial e a dinâmica social.

Retomando a opinião de Milton Santos, os fixos representam os recursos. E os fluxos representam a mobilidade.

Em seguida ela passa a palavra para o Tadeu, que fala sobre uma análise do sistema operacional como que essa relação operacionaliza todo esse trabalho de fixos gerando fluxos. Quando na verdade tudo se relaciona, isto possui a finalidade do bem estar do ser humano no espaço habitado.

Marcelo agradece a apresentação de Miriam e Tadeu, e abre o debate devido a terem faltado os debatedores da reunião.

Miriam fala sobre a caracterização das coisas, colocando cada uma no seu devido lugar e como este espaço se estabelece a partir desta caracterização. Ela fala sobre o estudo mais aprofundado para uma melhor utilização dos fixos.

José Philipe fala sobre o fato de por muitas vezes sermos governados por alguém que não possui a capacidade de estar lá.

Miriam critica o porto do Açu, e diz que o Estado tem capacidade de impedir aquele empreendimento, mas que, no entanto ela incentiva a construção do distrito industrial.

Hélio fala que o Estado na verdade não existe, mas que por muitas vezes ele é naturalizado pelo todo. Onde o governo é mais uma massa de manobra da grande burguesia. Gramsci não pensa o estado como parte do poder da burguesia, para ele o Estado é composto por homens e mulheres que se encontram articulados, em múltiplas escalas.

Marcelo diz que deve ser colocado no devido lugar, quando Aike Batista pretende iniciar o empreendimento, ele não fez isso sozinho. Ele teve uma ideia, pediu apoio do Estado e o mesmo apoiou. Ou seja, quando vamos criticar, deveríamos na verdade criticar também o Estado. Que foi quem está financiando e avalizando o empreendimento.

José Philipe vê Eike Batista mais como um prestador de serviço. E que devemos avaliar essa nova estruturação governamental.

Gabriel Olavo fala que dê um lado existe um estado voltado para a corrupção, pois na    o há uma preparação para aqueles que ocupam os cargos.

Tatiane fala que acredita que deveria haver faculdades para se preparar os políticos.

José Philipe fala que em partes concorda com Tatiane que deveria sim haver um mínimo de preparação para se trabalhar no governo.

Marcelo fala sobre as carreiras de Estado.

José Philipe fala que acredita sim que cada povo possui o governo que merece.

Priscila fala sobre a questão de gestão administrativa, onde ela diz que todos são capazes, e que todos devem se assumir como seres sociais.

José Philipe fala que existe muitos motivos, mas que não é apenas o fato de se ter um diploma, mas o mínimo de condição.

Lana fala que a mudança vem de nós, e que é necessária uma formação da população geral para uma mudança nos governantes.

Tadeu concorda com Lana e cita o exemplo do estado do Espírito Santo, em que um primo dele derrubou toda uma área de mata para levar para o Rio de Janeiro.

Mirian volta ao texto falando em cérebro humano, mas que se não valorizar o conhecimento, democracia, e que a maior riqueza de um povo deveriam ser as pessoas e não as coisas. Ou seja, ocorre uma inversão de valores. E que a única forma é a capacitação.

Hélio diz que ausência da intervenção correta nem sempre produz o resultado que se deveria ter. Burocracia é a administração das políticas públicas.

Marcelo realiza um apanhado geral para o encerramento do debate. Fala sobre as exigências para se assumir cargos públicos. Marcelo pede então que cada um dos participantes reflita sobre o que representou o grupo, por ser esta a última reunião do 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. E que gostaria que cada um fizesse oralmente o que o grupo representou para si.

Abaixo a transcrição das falas:

Martins: fala que nós estudamos “Espaço e Método” e “Metamorfoses do Espaço Habitado”. Fala que ele já está na 5ª participação com o grupo e que ele nunca havia lido nenhuma dessas obras e que ele achou as obras excelentes e que ele gostou muito, que foi muito importante pra ele, que ele gostou muito do grupo este período, que são pessoas novas, que o grupo cresceu que as discussões estão mais embasadas. E que através do grupo estamos tentando entender melhor o mundo global.

Gabriel Olavo, diz que para ele foi muito interessante e que os livros teóricos alimentam muito a formação acadêmica, e que o grupo serve como uma complementação dos estudos, do que, muitas vezes, não vemos em sala de aula. E que muitos conceitos são imprescindíveis para a sala de aula, e que a dinâmica do estudo coletivo é sempre uma contribuição para a leitura um do outro.

Nágila participa pela primeira vez no grupo, porque tanto professores como alunos contribuem para a formação do grupo. E que ela nunca havia lido um livro inteiro de Milton Santos. E que ela apenas havia lido alguns capítulos. E que com certeza ela irá continuar, pois é uma das exigências. E que o debate faz com não aceitamos tudo que nos é imposto.

Ana fala que gostou muito da dinâmica do minicurso intercalar com o grupo, que ela não gostou muito da proposta de seguir direto o próximo grupo. Que o grupo foi diminuindo e ficando mais fácil os debates e proporcionando que os participantes se sentissem mais a vontade para expor suas ideias.

Priscila Alves diz que gostou muito dos minicursos, que ela vem participando desde 2010 quando ela entrou na geografia. E diz que Milton Santos gera um debate maior. E que de todos os grupos que ela participou este foi o que ela mais gostou. E que esses dias ela estava lendo um livro que foi organizado por um grupo de estudos, dando a idéia de que realizamos algo parecido no contexto do GEGH.

Ranna diz que adorou os minicursos, fala que os livros para ela foram como que um fechamento para a disciplina que ela acaba de cursar, de Teorias da Geografia. E que este grupo foi melhor que o outro na opinião dela, porque o outro ficou muito pequeno.

Geane diz que nunca havia lido Milton Santos. E que a troca com o pessoal da “alta” é muito interessante, a relação com engenheiros, e entre outros doutores. E que esta presença de tantas pessoas com grande qualificação acabou inibindo um pouco a fala dela. E que ela acredita que ela precisa estudar mais para poder alcançar o grupo.

Hélio fala sobre as suas deficiências na área de geografia na sua formação, nesse 5º grupo ele diz que há uma passagem do livro de Leandro Konder sobre ideologia, “Decifra-me enquanto te devoro-te” e que esta é a sensação dele com a geografia. E que ele gostou muito do grupo, pois ele não viu como algo mecânico. E que ele acha que doutores não devam inibir, mas instigar o outro. E que gostou muito dos minicursos. E que ele preferiu o segundo livro “Metamorfoses do Espaço Habitado”.

Mirian diz que se encontra muito satisfeita com o grupo, e que é a sua primeira vez e que ela teve pouco tempo para se qualificar. E que ela acha que ter um professor da história aqui nos ajuda bastante. E que ela gostou muito da dinâmica do grupo, e que este tipo de trabalho só tende a enriquecer a gente. E que ela pretende continuar os seus estudos engrenando em um mestrado. E que lamenta não ter conseguido participar de todos os minicursos devidos aos horários de trabalho. Mirian fala que tomando a liberdade por todas nós, sobre a valorização dos fixos.

Tadeu possui formação da economia que é uma formação que trabalha muito com exatidão e que por incrível que pareça tem muito haver com o que nos lemos hoje. E que para ele Milton Santos incentiva e muito a pesquisa. E que o livro de Milton Santos é meio que um técnico filosófico e que temos que saber aonde ele quer chegar. E que o fluxo é outro e que isso acontece em vários momentos da vida do outro. E que ele gostaria de agradecer a simplicidade do professor lidar com os participantes. E que ele experimentou um curso na UENF em que alunos são semi-deuses e que os professores são os deuses.

Lana diz que gostou e muito e que achou muito válido apesar de não conseguir por muitas vezes passar o conhecimento adquirido. E que cada um passa a visão que tem e que assim nós vamos reformulando a nossa forma de pensar e também as questões das nossas discussões que passam da parte teórica para a parte prática.

Priscila Barroso disse que, para ela, foi muito válido pois ela nunca havia lido Milton Santos e que mesmo sendo do curso de Economia ela aproveitou muito os debates.

José Philipe fala que não há muito que dizer só complementar. E que para ele o Milton Santos é uma leitura muito difícil que requer muita atenção, que exige bater de frente, tentar entender ao máximo o que se encontra ali, isso inclui as entrelinhas e que para ele “Metamorfoses do Espaço Habitado” foi uma surpresa interessante que possui muitos conceitos válidos. E que a sua formação de origem é a biologia, e que Milton Santos chama ao estudo, a criação de uma metodologia cientifica.

Marcelo agradece a todos por terem participado e prestigiado o grupo de estudos e que ele gostaria de fazer uma recapitulação desta trajetória é um trabalho continuo e que esta área a geografia história não tem grande reconhecimento na academia. E que um autor de trabalhos nessa área foi o professor Mauricio Abreu que foi seu orientador, e que até mesmo a dinâmica do grupo ele aprendeu com o professor Mauricio Abreu, e que para a geografia histórica segundo o professor Mauricio Abreu não se precisa voltar ao presente para se realizar um estudo de geografia histórica. E que ele trabalhou no doutorado em dois grupos de estudo para o estudo da natureza do espaço e que estes grupos o surpreenderam tendo até mesmo a presença de particpantes de laboratórios de geografia física da UFRJ. E que por ele já se teria encerrado o trabalho do grupo que surgiu como algo a ajudar a iniciar o curso, pois quando ele veio pra cá o curso não estava formado ainda. E que este adquiriu uma dinâmica própria que ele até mesmo para homenagear o professor Mauricio ele mantém em evidência o nome geografia histórica. E que este era um grande pesquisador, mas muito discreto e que não gostava muito de se auto-promover.

Marcelo passa os informes sobre o III Encontro Nacional de História do Pensamento Geográfico e I Encontro Nacional de Geografia Histórica a ser realizado em novembro, no Rio de Janeiro.

Ao final foi realizada a votação do livro a ser debatido no próximo semestre. O livro escolhido pela maioria foi “Pensar e ser em Geografia: ensaios de história, epistemologia e ontologia do espaço geográfico”, de 2007, do Ruy Moreira.

Abaixo o resumo realizado pela Mirian, para parte do capítulo 10:

 

Metamorfoses do Espaço Habitado – Esquema de parte do cap. 10 – Mirian

Sendo isso, encerramos este 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica referente a 2012-1. Agradecemos a todos pela participação e esperamos encontra-los novamente na próxima edição do grupo de estudos.

Att.

Marcelo Werner da Silva

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Relatório da reunião de 12/06/2012

A reunião do dia 12/06/2012 foi coordenada pelo Olavo e secretariada pela Nágila, tendo em vista que eu, Tatiane e Ana Carolina estávamos em trabalho de campo para Foz do Iguaçu/PR. Pelo que me foi informado a reunião transcorreu normalmente e foi muito bem coordenada e secretariada. Abaixo transcrevo o relatório da Nágila:

5° Grupo de Estudo de Geografia Histórica – Terça feira 12 de Junho de 2012

Secretariado executado pela Nágila.

A reunião se inicia com o Olavo justificando a ausência do coordenador Marcelo Werner, e as integrantes do grupo Tatiane e Ana Carolina, no qual se encontravam em um trabalho de campo em Foz do Iguaçu.

Em seguida passa a palavra para a Priscila que relata o comparecimento no 1º seminário de Juventude Rural e Políticas Públicas, que aconteceu entre 21 e 24 de maio, em Brasília, justificando sua ausência no grupo na terça do dia 22. Relatou que o evento almejou discutir a construção de políticas públicas para a vivência no campo. O seminário propôs uma discussão conjunta entre governo e sociedade. Relatou que teve a presença de um representante do INCRA no qual defendeu que estavam trabalhando para reverter à posição no qual se encontra o agronegócio, pois não ocupa um lugar de destaque como antes. Priscila se opôs a esse argumento do representante no qual afirmou que não está ocorrente esse “olhar” para o campo.

Em seqüência Olavo passa a palavra para Bruna começar a sua apresentação do capítulo 7 do livro de Milton Santos.

Bruna comenta que o tema do capítulo chamou muito a sua atenção “Do Físico ao Humano. Do Natural ao Artificial. Geografia Física, Geografia Humana.”

Fala que o fator determinante que destaca o homem da natureza e sua capacidade de trabalhar e produzir.

Relata dizendo que o trabalho em questão é aquele em que o homem aplica sua energia sobre a natureza através de dispositivos mecânicos. Diz que o homem é o único que reflete sobre a realização de seu trabalho e prevê o seu resultado. Afirma que o trabalho é um processo de troca recíproca e permanente entre o Homem e a Natureza.

Continua dizendo que a ação humana é ação sobre o meio, e essa ação é um trabalho geográfico. E que o homem tem capacidade de transformá-la e impor suas próprias formas, e que as formas hoje são complexas por ser uma acumulação de formas passadas, ou seja, são resultado de uma serie de heranças. Relata que o processo de vida é um processo de criação do espaço geográfico, e com isso a natureza torna-se cada vez mais artificial e humanizada. E nesse processo de desenvolvimento o homem não se separa da natureza, então não tem como haver a divisão entre geografia Física e geografia Humana. Afirma que a natureza socializa-se e o homem se naturaliza.

Diz que o que há na verdade é a geografia do homem que se divide em geografia humana e geografia física. E que na verdade o homem é o sujeito, a terra é um objeto, a natureza é um conjunto de objetos e a natureza útil é um sistema eficaz. Afirma dizendo que Habitat e ecúmeno são agora, sinônimos e a comunidade humana se confundem num todo único.

Relata que o homem tem o poder de modificar a ação das forças naturais, e a natureza tem o poder de obrigar os humanos a se adaptarem.

Diz que existem três tipos de ação humana
1ª Modificar o quadro natural em segunda natureza para seus fins

2º Prever as mudanças do quadro natural

3º Socialização da natureza: quando a sociedade se torna responsável pela ação do homem.

E que para solucionar essa problemática seria necessário buscar uma sistematização horizontal da geografia física através do conhecimento dos sistemas, desenvolverem o método regional, existir uma interlocução entre a geografia física e humana, trabalhar numa ótica abrangente os fenômenos sociais e naturais e levar em conta toda a historia que o homem vem carregando da natureza e sua relação de como o homem vem explorando a terra. Finalizando assim sua apresentação.

Em seguida Olavo abre um debate geral, pois a debatedora do capitulo não compareceu e inicia falando a importância desse estudo, porque ainda hoje a geografia é dicotomizada e isso é ruim para a ciência. E que o estudo da natureza só é ressaltado no estudo da ação do homem sobre a natureza e que a geografia estuda a essa relação na criação do espaço.
Bruna comenta que a geografia não existiria antes do homem. Pois o homem em sociedade possibilitou a relação homem-homem e homem-meio, e a geografia estuda essas inter-relações.

Mirian complementa que quem analisa a ciência geográfica é o homem.

Martins indaga se existiria uma geografia física? Todo esse estudo físico do planeta é um estudo humano e geográfico então toda a geografia é humana.

Olavo questiona se futuramente ainda existirá geografia física, como proposto pelo autor, pois o homem em sua relação com a natureza, a degrada cada vez mais.

Martins responde com outra pergunta: O homem existirá pra sempre?

Priscila destaca que momento nenhum ele falou que geografia física é natural, e que geografia física é o estudo da configuração espacial e não da natureza. O estudo da natureza outras ciências fariam dando exemplo da Biologia. Geografia é sociedade e não natural. Diz que o trabalho durante a história teve vários significados. Afirmou que o trabalho é bom porque possibilitou a relação homem-homem, depois trabalho é ruim porque não dá nenhum conhecimento então o estudo é melhor, depois trabalho é bom por causa do advento do capitalismo, ele permite que temos dinheiro e depois quanto mais trabalhar e tiver experiência somos bons profissionais.

Martins toma como si exemplo e diz que através do tempo as técnicas mudam e nos temos que aprender a utilizar essas novas técnicas, então o trabalho e nem escolas formam bons profissionais.

Olavo diz que discorda que todo homem reflete sobre seu trabalho e cita exemplo dos trabalhos dos alienados.

Martins diz que até um pássaro sabe quando e como fazer sua casa, associando a reflexão como o João de Barro, mas tem coisas que Milton relata que são questionáveis, como essa questão de trabalho, e que o homem não se acha pertencente da natureza.

Mirian diz que Milton às vezes se contradiz e discorda com o que ele fala que a natureza se socializa. Afirma que a natureza nunca será socializada.

Tadeu contribui dizendo que discorda com Milton na questão que o trabalho dá inteligência, porque o homem coloca outro homem que sabe atuar com as técnicas para trabalhar, como exploração capitalista.

Olavo diz que o homem aprende a trabalhar e ele apreende a natureza e vice-versa.

Bruna diz que o homem tem que especializar e uma área, mas não deve se esquecer do todo. Afirma que não deve estudar na vertical e sim na horizontal.

Tadeu contribui falando que: O sistema capitalista atropelou a mente humana, o nosso trabalho serve para produção em massa e consumo em massa tornando um trabalho indigno. O homem não raciocina que isso nos prejudica e que tem que se pensar sobre as reações da natureza.

Bruna diz que a natureza inclui todos os seres e dá equilíbrio e o homem está desestabilizando isso.

Olavo encerra a discussão para começar a apresentação do capitulo 8

Martins se disponibiliza a apresentar já que ele tinha preparado para debater, isto porque a apresentadora não compareceu.

Martins inicia falando que Milton vai brincar com a noção de interno e externo e diz que isso depende da escala de observação. E fala que teorizar serve para entender fenômenos geográficos que seria uma situação geográfica que é um lugar em um determinado momento. Diz que para Milton o lugar é a menor porção do espaço geográfico que também pode ser o local, mas para os humanistas o lugar é o seu lugar, teu quarto é teu lugar, sua casa é teu lugar. Continua dizendo que lugar é um resultado de elementos e que esses elementos são variáveis porque muda de significado através do tempo, esse tempo é o tempo histórico. Martins ressalta que a percepção de Milton é dinâmico e isso é importante pois o espaço está sempre em mudança, que nos estudos isso tem que se levar em consideração, prossegue dizendo que até o próprio homem muda, tudo se movimenta. Esse movimento é chamado por Milton de diacrônico que é sempre dialético e não é harmoniosa, cada coisa tem seu ritmo.

Diz que há pares dialéticos

Externo e interno, seria basicamente formados por variáveis locais (lugar) e variáveis extra locais (país). Que o interno se relaciona com o local e extra local e essas internalizações externas não são automáticas e que o externo vai ter que se adaptar ao local nessas relações e essas ações vão ser diferenciadas em lugares diferentes.

Novo e velho, que não variáveis de tempo diferentes e que há fatores de organização do lugar que inclui: política, a economia, o social, o cultural, o espaço. E que o novo trás maior eficácia e pode ser absorvido ou não. Que lugar é resultado de variáveis de diferentes idades.

Estado e mercado são mediadores entre o externo e interno e novo e velho. Segundo Adam Smith o mercado é um fator de controle e equilíbrio sendo dispensável a ação do estado. Mas para Keynes o estado também é um fator de controle e equilíbrio e ele é representado pelos estados federais, os municípios. E finaliza dizendo que há uma relação dialética entre estado e mercado.

Olavo agradece pela apresentação do Martins e inicia o debate geral.

Martins acha interessante como o geógrafo pode trabalhar com as escalas observadas no texto.

Martins acha impressionante as técnicas que Milton fala citando exemplo do Japão.

Tadeu: A modernidade fica ultrapassada através do tempo e aquele país que não acompanha essa modernização é intitulado de atrasado.

Olavo cita como exemplo Campos, que anos atrás seria a sede do petróleo, porém os canavieiros rejeitaram e hoje sendo Macaé a sede e com isso houve um avanço na cidade, e hoje é desejado por Campos esse avanço.

Olavo encerra o debate para começar a leitura do capitulo 9, pois o apresentador não estava presente.

Ranna inicia a leitura do primeiro tópico do capitulo;

Priscila segue lendo o 2º parágrafo da pagina 112;

Mirian continua no ultimo parágrafo do 112;

Tadeu ultimo parágrafo da pag 113.

Helio faz comentário focando o lugar e região e das múltiplas regiões e vários fatores da região e lê dois trecho do jornal o Globo estabelecendo uma relação com a leitura feita. E segue lendo a pagina 115.

Martins termina a leitura do capitulo 9

Olavo abre o debate geral

Martins inicia falando que quando Milton fala de geografia geral se refere a geografia do ensino escolar. E afirma que a geografia se renova ou se extingui.

Miriam: Milton chama a atenção para o geógrafo fazer sua tarefa mais imparcial possível.

Helio: Há uma interdependência das ciências. E a geografia precisa de outras ciências. É preciso retomar a universalidade do conhecimento e não desfazer das outras ciências.

Olavo: A geografia trabalha com possibilidade de análise. Usa escalas do regional ao local e ações e efeitos.

Martins explica título do capitulo “Geografia geral não determinista”, pois Ratzel considerava os povos nascidos nas áreas temperadas inteligentes e povos que moravam nos trópicos preguiçosos.

Bruna: Depende do olhar da sociedade para o novo e sua aceitação. Diz que um amigo relatou que quando foi para fora do Brasil parecia que o tempo passou uns 5 anos, e que quando vamos para lugares que as técnicas são avançadas dá essa sensação de avanço no tempo.

Martins ressalta que depende do lugar que se vá, porque pode ser ao contrário.

Hélio: Essas movimentações de migrante e emigrante confundem na identidade da pessoa.

Olavo encerra debate, grupo aplaude a mediação bem executada do Olavo e encerra a reunião.

Abaixo o resumo do capítulo 7 realizado pela Bruna:

Metamorfoses do Espaço Habitado – Resumo cap. 7 – Bruna

Já o capítulo 8, teve um resumo realizado pelo Martins, que pode ser visualizado abaixo:

 

Metamorfoses do Espaço Habitado – Resumo cap. 8 – Martins

Att.

Marcelo Werner da Silva

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Lembrete da reunião de 19/06/2012 do 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Lembramos que nesta terça-feira, 19/06/2012, realizaremos a última reunião 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. O grupo se reuniu desde o início do semestre e nesta reunião encerraremos com a discussão do cap. 10 (Da Teoria à Prática) do livro Metamorfoses do Espaço Habitado, de Milton Santos. A apresentação do capítulo ficará a cargo de Miriam e Tadeu e as debatedoras serão Lucineiva e Lucimara. Realizaremos também o balanço das discussões do corrente semestre.

A reunião ocorrerá na sala 218 a partir das 14 horas.

Att.

Marcelo Werner da Silva

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Confirmada a reunião do 5° GEGH do dia 12/06/2012

Nesta terça-feira, 12/06/2012, às 14 horas, na sala 218, acontecerá a penúltima reunião do 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Serão abordados os capítulos 7, 8 e 9 do livro Metamorfoses do Espaço Habitado, de Milton Santos. O capítulo 7, intitulado “Do Físico ao Humano. Do Natural ao Artificial. Geografia Física, Geografia Humana” será apresentado pela Bruna e comentado por Ana Maria e Débora. Já o capítulo 8, “O espaço e o Movimento das Contradições” será apresentado por Priscila Barroso e comentado pelo Martins. Já o capítulo 9, “Geografia Geral (Não-Determinista) e Geografia Regional” será apresentado por Andrea e comentado por  Jurcilei e Letícia.

Para dirimir dúvidas envio o cronograma de atividades atualizado:

Cronograma de Atividades 5° GEGH 2012-1a

Att.

Marcelo Werner da Silva

 

 

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Relatório da Reunião do dia 22/05/2012

Abaixo o relatório produzido por Tatiane para a reunião do dia 22.05.2012:

A reunião se inicia com o informe de Ranna sobre a Semana dos Mosaicos que ocorreu no IFF do dia 28 de junho a 1 de julho. Em seguida damos inicio a leitura do secretariado realizado por Tatiane Cardoso.

Em seguida, Geane inicia a apresentação do capítulo 5, “Paisagem e Espaço”.  Ela fala a respeito da confusão sobre paisagem e região, e que hoje essa confusão já não é mais possível. Porque geografia não estuda mais a paisagem, hoje o objeto de estudo dela é o espaço. Carl Sauer divide a paisagem em duas: paisagem natural e artificial, e que a ideia de paisagem natural é muito difícil de ver hoje em dia, e que paisagem artificial é a paisagem que já foi modificada pelo homem.

Paisagem e produção estão relacionadas aos tipos de instrumentos de trabalho utilizados na produção. A paisagem urbana é heterogênea e existem vários níveis de produção, pois hoje esses instrumentos estão interligados. E que os instrumentos passaram do individual para o coletivo.

Ranna segue apresentando o capítulo 5. Ela inicia pelo tópico 7 “Uma permanente mudança”, que se dá através das novas técnicas e dos novos modos de produção. A paisagem é um objeto de mudanças e que esta é uma marca do que aquela área sofreu. No caso da produção você consegue determinar uma data para a produção deste material, no entanto não há como você datar a produção da paisagem.

Em relação às mutações da paisagem, ela cita o exemplo de uma grande avenida, que com o passar dos horários ela muda de função.             O espaço é resultado da ação do homem sobre o próprio espaço.

Marcelo avisa que não irá poder ficar com o grupo hoje, pois, terá que dar atenção a banca de concurso em que ele está participando.

Amanda, a comentadora, segue falando que a duvida dela é que Milton Santos diz que paisagem não é espaço. E pede ajuda ao grupo para entender o espaço.

Tadeu comenta que paisagem se constitui como um concreto, já o espaço pode se perceber como uma abstração que produz esse concreto paisagístico.

Já José Filippe fala sobre as diferentes percepções da paisagem a depender do ponto de visão/análise. Para Tatiane o espaço é o casamento da sociedade com a paisagem.

Para Mirian a paisagem está a todo o momento em metamorfose, fala também sobre a contradição na construção e desconstrução dos conceitos.

José Felippe fala sobre as disparidades da abordagem geográfica no ensino fundamental e médio em comparação com as discussões acadêmicas sobre a geografia.

Tatiane continua falando sobre essa diferença de conteúdos do ensino nas escolas e na academia.

Hamilton fala sobre a importância da percepção da paisagem no ensino escolar, a partir das definições de Carl Sauer.

José Felippe aponta que alunos no ensino fundamental já possuem a capacidade de distinguir e abstrair teoricamente as diferenças na abordagem do espaço.

Para Ana Carolina a percepção não está vinculada somente a visão, mais também a outros sentidos, para a compreensão da paisagem como um todo.

Ranna aponta como exemplo de percepção o filme “Janela da Alma” no qual pessoas cegas produziam fotografias a partir de outros sentidos.

Tatiane fala sobre os tipos de paisagem natural e paisagem artificial.

Hélio fala sobre as ideias marxistas comparando com esses tipos de paisagem, com as idéias de trabalho morto e trabalho vivo.

Tatiane questiona sobre a existência da paisagem natural.

Mirian aponta como o homem sendo um ser natural, portanto as alterações dele no espaço são naturais.

José Phelippe ressalta que estamos discutindo embasados numa definição de Milton Santos.

Hélio aponta que a Praça São Salvador possui 100 anos de idade e se mantêm relativamente nos mesmos moldes, apesar das modificações e reformas e atrela essas modificações como exemplos da ligação entre a paisagem e ao espaço.

Tatiane destaca como uma análise sobre a metodologia da Geografia Histórica, como o “presente de então” representa um recorte no período pra fins de análise.

Para Tadeu o homem contemporâneo atua com máquinas pesadas e produz de uma forma diferente de como atuava quando habitava em maior número o campo.

Hélio fala sobre a atuação capitalista da produção social refletindo sobre o espaço, e como se constata essa ação sobre uma ótica marxista.

Tatiane fala que segundo Marx para que posteriormente exista uma sociedade baseada no marxismo, se faz necessário que exista o capitalismo, até um determinado momento.

Hélio rebate alegando que isso faz parte da práxis.

Letícia argumenta que prefere os temas abordados sobre a geografia física, pois crê que não existe um estado em oposição ao modo de produção capitalista e não vai existir por conta da produção do capital.

Hélio questiona sobre geografia, como é abordado o marxismo na ciência geográfica.

Para Tatiane existem divergências entre os modos de produção, e como se pode contrapor e entendê-los imparcialmente.

Hélio fala que isso é a honestidade intelectual, apresentar as duas vertentes de abordagem.

Tatiane fala que é visível na academia à falta desta ética e professores tentam induzir os alunos a pensar da mesma forma que eles.

Hélio fala que sala de aula não é palanque, não é lugar de se discutir partidarismo nem sindicalismo, mais de se discutir e fazer política, porém para abordar esses modos de produção é necessário abordar a crise dos paradigmas.

Para José Felippe o papel da geografia que ainda está se construído é observar a produção do espaço concreto a partir da paisagem, onde essa paisagem se apresenta ideologicamente manipulada. A consciência capitalista tem data e hora de criação, portanto não existiu sempre. Exemplifica que a lógica de reprodução se dá como no período escravocrata, onde antigos escravos livres possuiam escravos.

José Felippe começa a apresentar o capítulo 6 falando que a abordagem de Milton Santos neste capítulo se dá sobre três conceitos: Paisagem, Configuração do Território e Espaço. O concreto impresso no espaço, a partir de objetos naturais (algo natural de determinado ambiente) e artificiais (contrário) que estão em constante interação.

Espaço é então a configuração do território, a paisagem, mas também é a sociedade, esta última dando um maior dinamismo na produção dos outros dois primeiros. Compõe-se de elementos fixos e fluxos que interagem e são interdependentes. Esses fixos são processos imediatos do trabalho, num caráter instrumental, como exemplo, correios, estradas, estações ferroviárias, que vão dar maior dinamismo à circulação. Já os fluxos são os produtos, o consumo, os objetos fabricados, que utilizarão dos fixos para existir.

Exemplifica a China como um país com alto nível de circulação com bons sistemas de fluxos para dar conta de sua produção de objetos (fixos).

No tempo histórico, os fixos são criados temporariamente e vão se expandindo à medida que outros fatores também se modificam, porém o avanço das técnicas tende a criar uma homogeneização dos fluxos.

Cita a nova divisão internacional do trabalho como estruturas que modificam o espaço local, inseridos na lógica da globalização criando novos fixos a partir da necessidade do escoamento dos fluxos.

Tudo isso ocorre em vários recortes temporais, e essa variável é fundamental. E esses recortes de tempos são chamados de regimes que são necessários para fins de análise.

O fim de determinado ciclo é chamado de ruptura. E que esse fim não se dá por si só, mais têm de ser forçado por um agente social.

No final da apresentação de José Felippe, a debatedora Priscila fala que é importante discutir os fixos e os fluxos, os objetos naturais e a periodização intermediando esses fatores.

Marcelo fala que achava que essas discussões teóricas ele só encontraria no livro Natureza do Espaço, mais neste pequeno livro que discutimos esse semestre o autor propõe uma discussão muito interessante.

Tadeu fala que nunca havia analisado o espaço sobre as perspectivas da geografia e comenta que isso enriquece muito seus estudos. Fala também que o homem fica “metamorfoseado” na paisagem com o passar dos tempos, e que mesmo com o avanço tecnológico existem focos de resistência, como a produção artesanal de pianos.

Luis Felipe retoma a discussão sobre a imparcialidade da academia sobre os alunos.

Mirian retoma a fala sobre os fixos e fluxos na constituição do espaço econômico e que este por sua hegemonia na configuração social exclui o espaço geográfico.

Luis Felippe fala que analisou o texto sobre uma abordagem econômica, exemplificando as ações de grandes produtores de mercado como a China.

Para Tatiane a China não estava inserida no contexto socialista como se observa na teoria, e por isso mais tarde, sofre uma ruptura em seu modo de governo tornando-se liberal.

Hélio atribui as práticas da China como produtor capitalista a uma facção partidária que domina há muitos anos o governo. E essas práticas são instrumentais como táticas de mercado.

Para Tadeu os moldes capitalistas são perversos, no contexto da América Latina observamos uma série de problemas sociais, que enquanto alguns países são hegemônicos outros se mantêm à margem do processo produtivo e do consumo.

Marcelo fala sobre o espaço banal que Milton Santos define em outros livros como espaço do cotidiano, aquele usado efetivamente pelas populações em seu dia-a-dia. Fala também sobre notícias que veiculavam que o Brasil passa hoje por uma desindustrialização, que afetará o consumo do povo brasileiro, onde há uma projeção de falta de produtos básicos, diferente da Suécia que passa pelo mesmo processo, porém, é plenamente provida dos produtos que o povo consome.

Para Luis Felippe a análise dos fixos e dos fluxos nos permite fazer uma projeção de como se dará a organização espacial no futuro.

Marcelo fala que o capitalismo quando cresce muito produz exclusões a partir do custo de vida, como o exemplo São Paulo. Aponta a relação de tempo e espaço interessante na discussão do texto, fala também sobre o último capítulo onde Milton Santos nos dá subsídios ao planejamento para um tempo futuro. Em seguida encerra a reunião.

A apresentação do cap. 5 não teve resumo entregue. Já na apresentação do cap. 6, José Felippe apresentou o seguinte  quadro interpretativo do capítulo:

Esquema de José Felippe para o Capítulo 6 do livro Metamorfoses do Espaço Habitado, de Milton Santos

 

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