Sugestões de livros para o grupo de estudos do próximo semestre

Atendendo a uma normativa dos projetos de extensão, que devem estabelecer uma relação mais estreita com o público-alvo, preferencialmente de fora da universidade e de sistemática que já adotamos no semestre passado, estou aceitando sugestões de livros para discussão no próximo grupo de estudos. As sugestões podem ser enviadas para o email do grupo (gegh.uffcampos@gmail.com) até o dia 12/06. Deste modo na última reunião do semestre, essas sugestões mais algumas sugeridas pelo coordenador do grupo serão apresentadas aos participantes e então escolheremos o(s) texto(s) a serem discutidos no próximo semestre.

Atenciosamente,

Marcelo Werner da Silva

coordenador do Grupo de Estudos de Geografia Histórica

Relatório da reunião do dia 15.05.2012

Relatório da reunião do dia 15.05.2012, secretariado pela Tatiane:

Secretariado da reunião de 15 de maio de2012. Areunião se inicia com os informes:

  1. Priscila, sobre a palestra no IFF de Leonardo Boff, sobre: “Educar é saber cuidar”. A palestra ocorrerá no dia 15 de maio no auditório “Cristina Bastos”.
  2. Marcelo revisa as datas segundo o cronograma do grupo. Relembrando que haveria encontro do dia 22/05.
  3. Bruna divulga o evento a cúpula dos povos, que é um evento que irá ocorrer em paralelo a Rio +20. E que quem quiser pode inscrever projeto de grupo para debate, e que se nos mobilizássemos poderíamos conseguir transporte para participar do evento.
  4. Marcelo avisa que até o dia 12 de junho ele irá aceitar sugestões de livros para debatermos no segundo semestre.

Em seguida damos inicio a leitura do relatório da reunião anterior e começamos as apresentações.

Hamilton inicia a apresentação do capítulo 3 “Metamorfoses do Espaço Habitado”.

Ele fala sobre a modificação do homem no espaço. A capacidade de cada vez o homem se expandir no espaço, e dominar áreas antes não habitadas. Hamilton realiza um apanhado histórico sobre a análise da população, fazendo uma análise sobre o crescimento da população. Ele relata a pobreza mundial, e como dentro de um mesmo país há discrepâncias de padrões de vida.

Débora: comenta sobre a situação limite, e a situação limite utópica.

Marcelo comenta sobre quantas pessoas são necessárias no campo para alimentar as cidades.

Tadeu comenta que só foi possível alimentar tantas pessoas com esse grande crescimento com a inserção da tecnologia.

Priscila diz fazendo referencia a Foladori, que alguns recursos são finitos, mas que dependendo do ritmo de uso eles poderiam ser infinitos. Ela critica a Rio +20 e a discussão sobre a sustentabilidade um assunto que já não é mais tratado com a importância que se deveria.

José Felippe comenta sobre a grande produção de comida, e a quantidade de pessoas que continuam passando fome. E ele comenta sobre a sustentabilidade, e que  o modelo de consumo que seguimos não competi a essa ideia de sustentabilidade, e que se continuarmos assim haverá mesmo um escassez dos recursos como um todo. Ele diz que apenas discorda de Priscila quando ela fala que esse debate sobre sustentabilidade, fazendo referencia a Rio +20 não ser desnecessário, que pra ele tem sua importância e que é necessário traçar sim um plano de metas para ter um caminho a seguir.

Marcelo fala que acha que o texto é bom porque ele aponta os dados qualitativos.

José Felippe fala que o homem tem sua parcela de responsabilidade pelo excesso de consumo.

Leticia comenta sobre o pensamento geológico onde o aquecimento global é apenas um ciclo, pois é algo natural. Logo que o aquecimento global já aconteceu no passado.

Hamilton comenta sobre o espaço habitado onde foi estudado e avisado o que ocorreu na serra ano passado, no entanto quando avisado não deram a devida atenção ao fato.

José Felippe comenta sobre o cataclismo sobre o mundo acabar e que isto é uma fala que não deve ser levada a sério.

Bruna comenta sobre a entrevista que foi passada no Programa do Jo com o Felicio.

Hamilton comenta sobre o debate da relação das forças do capital de expansão e do ciclo do capital.

Em seguida demos inicio a leitura do capitulo 4, realizamos a leitura devido a ausência de participantes.

Miriam comenta ter gostado muito do capitulo, e a comenta sobre a relação das escalas que ele trabalha. A ocupação do espaço em si e que hoje tudo se encontra interligado e gera uma cadeia.

José Felippe fala mais uma vez sobre o porto do Açu como relação mundial, mas que este que se localiza em São João da Barra não possui relação nenhuma com a cidade.

Tadeu comenta o olhar critico, o olhar do pesquisador, falando que olhando as entrelinhas por muitas vezes há coisas que não enxergamos. A ideia que se passa nem sempre é a ideia do que se é.

José Felippe fala sobre um cientista ter de olhar além dos seus sentidos.

Priscila fala da transição do capitalismo e com o feudalismo, e que ele trabalha a cidade como algo revolucionário. A Priscila diz que para ela Milton Santos superestima as cidades.

José Felippe fala que a cidade é onde se pode enxergar a produção, onde nem todos que habitam a cidade se encontram diretamente voltado à cidade, ele comenta que os próprios moradores do campo ou da cidade principalmente os jovens reclamam da dinâmica desse local, pois estes levam em conta a supervalorização da cidade que é citada.

Em seguida Marcelo encerra a reunião.

Relatório da reunião do dia 08.05.2012

Abaixo reproduzo o relatório de Tatiane sobre a reunião do dia 08.05.2012. Não há resumos a apresentar, visto não ter sido disponibilizado pelos apresentadores.

Secretariado da reunião 08 de maio de 2012. A reunião se inicia com o secretariado da reunião do dia 24 de abril. Neste encontro começaremos a estudar o livro “Metamorfoses do Espaço Habitado”, Milton Santos.

A relatora Daniele apresenta a Introdução e o capítulo 1. Na introdução a relatora Daniele fala sobre neste livro Milton Santos não querer fazer referencias ao passado, mas ele faz uma analise do presente nesta obra. Em seguida ela entra no capítulo1 Aredescoberta e a remodelagem do Planeta no período técnico cientifico e os novos papéis das ciências.

As Comentadoras Lana e Nágila – falam sobre a mundialização universal. A frase sobre o que não é mundializado é condição de mundialização. A ciência a serviço da produção, e essa separação entre a teoria e a práxis

Lana: Mundiuniversalização, poder do capitalismo de vender as estruturas, vender o que não é bem visto. Mundialização se está completa em todas as classes sociais. O real papel da ciência.

Miriam faz uma chamada para o livro por uma outra globalização, e fala sobre a geografia ser institucionalizada e até mesmo hoje em dia a geografia ter um status.

Hamilton comenta sobre ciências, fala sobre outros autores. E fala sobre a ciência servir para quebrar os paradigmas, e surgimentos de novos paradigmas. Nesse momento acaba afetando o capital. Ele cita o ciclo do capital dos períodos de expansão e de depressão. E o estado regula mais ou menos nesses desenvolvimentos do capitalismo.

Luis Felippe fala sobre as estruturas e a divisão de verbas sobre a ciência hoje em dia ter tomado uma grande importância.

Hamilton fala sobre a geografia como uma ciência humana, no entanto ela possui um pouco destas ciências naturais com a parte da geografia física que se encontra inserida na geografia. A adaptação da sociedade diante desta fragmentação, e que esta fragmentação acaba até mesmo prejudicando.

Miriam fala sobre os diversos aspectos do estudo e as diversas linhas de pesquisa dentro do âmbito social.

Hélio fala sobre os desdobramentos destas questões se darem no segundo capítulo. O que não é globalizado é condição de globalização. Toda ciência é humana ainda que o fenômeno possa ter exatidão, repetição. Mas o ato de produzir conhecimento sobre ele é um ato humano. Ensaio de José de Souza Martins O modo capitalista de pensar.

Priscila a ciência usada como perversidade e antes era almejado como a autonomia das ciências, das disciplinas e sim a separação, no caso a fragmentação. Gerou um aspecto negativo, pois não se tem mais a visão holística.

Miriam discorda de Priscila falando que talvez ainda se tenha a visão holística, e que muitas vezes nós não sabemos usa-la.

Marcelo fala sobre a diferenciação das áreas que por muitas vezes são mais proveitosas, as pesquisas que vão melhorar qualitativamente aquela produção.

Marcelo fala que não vê a ideologia muito como encobrimento, mas que ele vê como construção e que ele acha que é uma construção muito bem feita.

Tadeu fala sobre Leonardo Bofilin e que o autor diz que o homem vive uma crise existencial, e que não tem como excluir o cientista disso das crises. Pois ele está inserido neste sistema.

Tadeu comenta sobre os juramentos das profissões, chegando a fazer uma leitura sobre o juramento dos geógrafos.

A relatora Miriam Inicia a apresentação do capítulo 2 “A Renovação de uma disciplina ameaçada”. Ele aborda que o objeto da geografia por muitas vezes é muito mais estudado por outras áreas da geografia do que por ela própria. A procura do objeto da geografia que é o espaço. Encontrar as categorias de analise do espaço. Não há geografia sem teoria espacial consistente. Afirma também que essa teoria espacial consciente só é válida politicamente. A sociedade no espaço e a dinâmica estabelecida naquele espaço.

A sociedade como um conjunto de possibilidades. Essa possibilidade nada mais é do que a essência nova ou renovada. Uma nova capacidade de trabalhar as leis universais. Ela fala sobre a geografia ser uma ciência global, e essa unidade na terra. Representação da base material para se chegar a base universal. O Conhecimento deve ser baseado pela experiência.

Tadeu comenta sobre a busca constante da sociedade de consumo, o capital que quer ganhar em cima deles.

Miriam a técnica nos ajuda a historiocisar e a geografizar. A geografia neste contexto tende a se renovar também.

Tadeu fala que o vídeo que será passado, e que este trabalha o que seria um cidadão globalizado.

Priscila fala sobre o fato de haverem tantas geografias quanto geógrafos. Devido ao excesso de especializações.

Marcelo fala sobre a crise ser permanente.

Helio fala que crise é tudo que é novo que ainda não nasceu e o velho que ainda não morreu.

Miriam e Tadeu trazem um vídeo da musica 3º do Plural dos Engenheiros do Havaí.

Martins faz referencia sobre a fala de Miriam da sociedade do consumo, e de quem pode frequentar os locais turísticos mundiais e de quem pode fazer uso desses lugares.

Hélio fala sobre um grupo cultural onde ele passará seis dias de Havana. Ele fala sobre o conhecimento da cultura socialista Cubana e tudo o mais. E que é uma viagem cultural. São caravanas formadas para conhecer os locais. E que essa caravana vai custar apenas 400 dólares, ou seja, muito barato. Uma caravana de inserção.

Luis Felippe fala sobre a única forma que as pessoas estão inseridas no mercado é através do consumo.

Marcelo fala sobre a dialética, levar em conta o mundial de mão dupla e nunca de mão única. Ele acha o capitulo 2 muito bom, por dar conta de fazer uma justificativa da geografia como um todo. E relembra as datas do mini curso. E assim encerrando a reunião.

 

 

 

 

Confirmada a reunião de 22/05/2012 do 5º GEGH

Prezados participantes,

Confirmo a reunião de amanhã, 22/05/2012, do 5º Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Hoje aconteceu na UFF a Assembléia que deliberou pelo início da greve a partir de amanhã, mas também deliberou que as atividades de extensão (tal qual nosso grupo de estudos) e de pesquisa não serão afetados pela paralização. Também a II Semana de Geografia da UFF Campos acontecerá normalmente, bem como os minicursos com o prof. José Luis e com o prof. Raul.

Portanto lembro a todos que na reunião de amanhã discutiremos os capítulos 5 (Paisagem e Espaço) e 6 (Configuração Territorial e Espaço) do livro “Metamorfoses do Espaço Habitado” de Milton Santos. O capítulo 5 será apresentado por Ranna e Geane e debatido por Amanda e Daniele. Já o capítulo 6 será apresentado por José Felippe e debatido por Priscila Barroso e Joyce.

A reunião acontecerá a partir das 14 horas na sala 218.

Conto com a presença de todos, att.

Marcelo Werner da Silva

 

 

Lembrete da reunião de 15.05.2012 do 5° GEGH

Amanhã, dia 15/05/2012, às 14 horas na sala 218 da UFF/CAMPOS será realizada a sétima reunião do 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Serão abordados os capítulos 3 e 4 do livro “Metamorfoses do Espaço Habitado” de Milton Santos.

O capítulo 3 cujo título leva o nome do livro, Metamorfoses do Espaço Habitado, será apresentado por Débora e Hamilton e será debatido por Geane.

O capítulo 4, intitulado “Categorias Tradicionais, Categorias Atuais”, será apresentado por Hélio e Jurcilei e será debatido coletivamente.

Aguardo a todos na reunião, atenciosamente,

Marcelo Werner da Silva

Relatório da reunião do dia 24.04.2012

Secretariado do dia 24/04/2012 por Tatiane Cardoso.

A reunião inicia com o secretariado da reunião anterior. Em seguida Martins relata um pouco sobre o evento que participou na semana do dia 10/04/2012 em Poços de Caldas, onde ocorreu um encontro dos trabalhadores. Ele relata sobre temas que foram discutidos, dando ênfase de assuntos que abordam tanto a escala global como a escala local.

Marcelo faz aviso sobre a mudança da tabela de funções, e as novas datas de mini-cursos. Divulgando os mini-cursos já estabelecidos, como o com o do professor Luiz e do professor Raul que são os que se encontram já estabelecidos.

Na reunião de hoje encerraremos o livro Espaço e Método.

A Relatora Priscila apresenta o capítulo 8 “A evolução Espacial Como Cooperação E conflito em um Campo de Forças”. Ela fala sobre a divisão dos sistemas o governamental e o de mercado. O estado pode ser uma representação dos poderes dos dominantes, mas também uma representação de uma segurança nacional. A intervenção do estado prejudica e favorece também. A lógica do mercado seria a lógica do capital, ao estado cabe criar os fixos, e como consequência os fixos atraem e criam fluxos.

Priscila: Espaço como fator para evolução espacial.

Debatedor Luiz Felippe: Disserta sobre os últimos capítulos do livro serem mais didáticos e isso facilita até mesmo o entendimento. Em seguida ele comenta sobre o mercado e o estado, e como essa atuação do estado se dá de acordo com as necessidades geradas pelo mercado. Ele comenta sobre a questão do externo, interno e essa fala é uma brincadeira com as escalas. As ações do novo, das novas técnicas e que normalmente são as técnicas que trazem o novo. Mas temos que prestar atenção à dialética. O externo é uma interiorização do interior.

Marcelo fala que nos textos de Milton ele está na verdade refletindo sobre o que acontece no espaço.

Hamilton: Fala sobre a questão dos portos e de como se deu essas construções de portos e as diferentes escalas de cada um dos portos. E como os fluxos foram gerados para abastecer essa necessidade, e a reordenação do território.

Luiz Felippe: O estado rearrumando as formas e as funções.

Priscila: A licença dada a LLX a licença dada para eles serem os primeiros usuários do porto do Açu e essa licença foi dada sem nenhum estudo prévio do local e dos efeitos deste uso.

Hamilton: As retiradas que vem sendo realizadas para o abastecimento do porto, como, por exemplo, a retirada das rochas no morro do Itaoca e a areia retirada do leito do rio Paraíba do Sul.

Amanda: A mudança de toda geometria do rio com a retirada da areia do leito do rio e um maior impacto.

Priscila: O uso da água do rio Paraíba e que isso acarretará uma falta d’água em muitas áreas da cidade.

Marcelo realiza um apanhado geral. A constituição endoespacial que é própria para cada lugar. Uma divisão homogênea. A busca do novo é sempre buscar realizar a mesma coisa, de forma diferente, e de forma mais dinâmica.

Relatora Bruna Capítulo 9: “Espaço e distribuição dos recursos sociais”

A necessidade de uma visão global para se chegar a esse entendimento. O estudo da demanda e da oferta.

Marcelo: A mobilidade existe, no entanto ela é limitada pelo poder de compra.

Os não consumidores e os não produtores. Não consumidores são os que não possuem poder de compra.  Não produtores são os que ainda não colheram os frutos, ou que a safra é pequena.

O estado e a sua não capacidade de suportar todas as demandas do mercado. O subsistema de mercado e o desenvolvimento urbano se encontram intimamente relacionados.

Comentadora Andréa: Fala sobre o espaço não ter vida própria e o fato de como os recursos influenciam nesse espaço, e em uma comunidade indígena e como esta valoriza o espaço. E a questão da mobilidade e a relação com as necessidades e mobilidades do espaço e as suas delimitações de acordo com as territorialidades, ela até mesmo dá o exemplo dos grandes centros, e os transportes e como se dá toda esta dinâmica.

Marcelo Werner explica a dinâmica de mobilidade, a questão de acesso, e da oferta e procura. A discussão sobre os transportes e o alto custo das passagens que fez com que aumentasse o numero de pessoas que passaram a ir a pé. E também cita exemplos sobre o sistema de linhas de ônibus de São Paulo E Curitiba, de bilhetes por horários.

Luis Felippe, fala sobre a passagem a 1 real e que o objetivo deste era promover melhorias no transporte, e estas não ocorreram.

Ana Carolina: A relação dos donos das empresas de ônibus e a relação com as prefeituras. Obras desarticuladas, e sem uma estrutura necessária e uma regulamentação. Então se gasta dinheiro com obras desnecessárias e que não resolvem o problema.

Tadeu: disserta sobre o primeiro caminho ser a educação. A velocidade das interferências. As interferências privadas e interferências privadas no poder público elas agem e reagem de forma muito maior que o poder público. O governo normalmente vem como um concerto dos efeitos e nunca agindo nas causas.

Hamilton comenta sobre as inovações tecnológicas em virtude dos analfabetos que vem sendo formados por favorecimento do governo.

Luiz Felippe fala sobre a secretaria de educação de campos é quem recebe uma maior parte do orçamento de campos, logo o problema não é só dinheiro é também falta de vontade.

Marcelo revisa alguns avisos que foram dados no inicio desta reunião. E em seguida encerra a reunião.

O roteiro de apresentação do cap. 8, realizado por Priscila Viana está abaixo:

 

Roteiro de Apresentação do Cap. 8 por Priscila Viana

Já o cap. 9 foi apresentado pela Bruna, cujo roteiro de apresentação apresentamos a seguir:

Espaço e método – Cap. 9 – Bruna

 

Próxima reunião do 5° GEGH – 08/05/2012

Lembramos que nesta terça-feira, 08/05/2012, realizaremos nossa sexta reunião do 5° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. Na ocasião iniciaremos a discussão do livro “Metamormofes do Espaço Habitado”, de Milton Santos, conforme detalhado a seguir:

  • Introdução e Cap. 1 – A redescoberta e a remodelagem do planeta no período técnico-científico e os novos papéis das ciências – Apresentação a cargo de Amanda e Daniele e debate a cargo de Nágila e Lana.
  • Cap. 2 – A renovação de uma disciplina ameaçada – Apresentação por Ana Maria e debate por Miriam e Tadeu.

A reunião ocorrerá na sala 218 do prédio anexo (amarelo). Atenciosamente,

Marcelo Werner da Silva (coordenador)