Relatório da 3ª reunião, dia 27/03/2014

Abaixo o relatório da reunião do dia 27/03/2014 do 9° Grupo de Estudos de Geografia Histórica (2014-1), feito por Bruna Borges:

No dia 27 /03/2014, a partir das 09:00 horas foi realizada 3ª reunião do 9° Grupo de Estudos de Geografia Histórica. O encontro iniciou com o professor Marcelo comentando um pouco sobre o texto logo após o participante Olavo fez a leitura do relatório sobre o encontro anterior e depois inicia a apresentação do capitulo três “A evolução do racionalismo moderno e o pensamento da natureza”.  Olavo primeiramente comenta um pouco sobre a dificuldade de fazer o fichamento desse capitulo, pois nele contem muitos elementos importantes para ser discutido. Ele inicia falando sobre a importância da relação homem- natureza perante a modernidade, sobre a ciência racionalista em busca de uma verdade suprema na qual é disponibilizada alguns conceitos que se tornam ciência a partir da verdade. É destacado o iluminismo como uma forma de se explicar a verdade, que vem como uma ruptura, que acontece não só no iluminismo, mas também em outras partes da historia, melhores meios de se explicar a verdade e como ela pode ser conceituada através da ciência. É citado Francis Bacon como o iniciador da revolução iluminista, ele recomendava uma construção da historia que funcionaria como uma pedagogia do método verdadeiramente cientifica, como a verdade poderia ser afirmada. Olavo comenta que o objetivo e método naquele período era o estudo da natureza, como o homem influenciava na natureza. Fala sobre o racionalismo ligado aos filósofos,um conceito criado sobre a inteligência humana, a percepção do homem sobre o meio em que ele vive, como isso se relaciona de maneira geral. Nesse período a geografia era estudada, mas ainda não era conceituada como ciência. Olavo fala sobre o ponto: “A natureza como uma maquina e a ciência como cadeia explicativa”, e aponta que as discursões do séc. XVIII estão presentes na obra de Descartes, o principio da critica, sobre forma da duvida metodológica, a ciência começa a se tornar fecha e associada a modelos feitos por estudos matemáticos e mecanicistas que modulam o tempo humano e geológico. Destaca também sobre a importância de Newton na historia, pois é a partir dos estudos dele que foram tirados muitos conceitos de estudos, pelo método de observação e forças físicas, e que ao contrario dele, Locke tinha método de constância e regularidade.  Olavo mostra que o autor aponta que o homem estudava a natureza como ele não fazendo parte dele, de uma forma distanciada, mas que Spinoza mostra a importância do homem se reconhecer como natureza. Logo após ele comenta um pouco sobre a geografia de um modo tradicional, uma ciência de síntese e fenômeno, e como esse período dialoga diretamente com o que temos como geografia hoje. O homem passa a conhecer os fenômenos ao invés de domina-los e pode analisar com mais cuidado. É destacado que o capitulo passa grande parte dele falando sobre Kant e sobre as questões de ultrapassar o dogmatismo, que põem em duvida a realidade das coisas e o dogmatismo certificando como verdade. Logo após Olavo finaliza falando um pouco sobre o período em que as relações mudam, de antes como homens e mulheres se relacionavam e com o passar do tempo a “necessidade” que foi criada de haver uma família, instituições. Martins inicia o debate falando um pouco sobre a natureza, como em outros países é diferente a conceituação e visão. Jessica destaca a contribuição que o texto deu para o conhecimento dela e fala sobre a ciência, que ela não é moderna. E que o que eles buscavam era a verdade suprema, a essência das coisas e agora com a ciência moderna o racionalismo seria a essência da forma, que seria o método. Hélio trás questão histórica, o quão importante é o saber do que aconteceu no passado, os conceitos e autores, comenta sobre a conceituação de como a terra foi criada, formas diferentes de se e como isso pode influenciar na vida acadêmica. Ainda nesse assunto Dilcelea destaca que não estamos aqui por um acaso que Deus nos criou. Após isso, Bruna B fala que é possível sim acreditar nas duas explicações da criação da terra, que se a explicação que a ciência impõe é parecida com o que contem na bíblia. Martins, Hélio e Olavo comentam um pouco sobre a capa do livro, das bases do conhecimento, da construção do saber e etc. Marcelo destaca que a geografia sempre foi contestada entre ciência social e natural e que até hoje isso ainda é um pouco discutido. Martins conclui que quanto mais aprendemos e estudamos, mais duvidas são criadas, Após, todos os participantes fizerem um breve comentário sobre o capitulo.

Segue abaixo o roteiro de apresentação do 3° capítulo “A evolução do racionalismo moderno e o pensamento da natureza” apresentado pelo aluno Gabriel Olavo.

Roteiro 3

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