Relatório da reunião do dia 28.05.2013

Abaixo posto o relatório, feito por Bruna e Beatriz, da reunião desse dia:

Iniciou-se o 3º encontro do Grupo de Estudos de Geografia Histórica, no dia 28/05/2013, na nova sala 206C no Polo Universitário de Campos dos Goytacazes da Universidade Federal Fluminense. Neste dia, houve 21 participantes: Marcelo Werner da Silva, Ana Carolina, Anadelson Martins, Andréa, Beatriz, Bruna Caroline, Danielle, Gabriel Olavo, Gabriela, Geane, Gelson, Hebert, Hélio, José Augusto, José Felippe, Luma, Mirian, Priscila Gonçalves, Priscila Viana, Tadeu e Tatiane.

O encontro começou com alguns informes do professor Marcelo Werner, tais como a exibição do filme “Esperando pelo Superhomem” na próxima segunda-feira, dia 03/06, às 10h na sala 103 do bloco G do PUCG da Universidade Federal Fluminense, com a presença da professora Regina Frigério, a fim de debater a educação pública brasileira com base na educação estadunidense. Houve também o informe de comemoração do dia do geógrafo, neste presente dia 28/05, a partir das 19h30, no auditório do PUCG da Universidade Federal Fluminense, com a mesa redonda “Profissional de geografia em atuação: possibilidades e desafios”, seguida por uma atividade cultural na área externa do polo. Dando continuidade às comemorações, no dia seguinte (29/05), será realizada no Instituto Federal Fluminense uma oficina organizada pelo GT de Ensino (Grupo de Trabalho) da AGB e da participante Priscila Viana, intitulada “Oficina de análise de livros didáticos: concepções de geografia e de aprendizagem”. E assim, o professor enfatizou a articulação e a interlocução dos cursos de geografia das respectivas instituições. Com o fim dos informes, foi dado início às apresentações do dia,  começando pelo capítulo 4 “O pós-modernismo na cidade: arquitetura e projeto urbano”, por Gabriel Olavo. Ele destacou o panorama do planejamento urbano alterado pelo modernismo e pós-modernismo, as divisões em áreas de zoneamento, e a concepção modernista na intervenção urbana e a pós-modernista na influência de novos estilos voltados, sobretudo, aos marketings mercadológicos. Ressaltou também o custo na implementação de uma cidade eficiente, o que leva a uma esquizofrenia, e o sucateamento das ferrovias em via da concorrência direta com as rodovias. O debate ficou por conta de Martins, que utilizou fotos de construções diversas, com arquiteturas modernas e pós-modernas de diferentes sociedades e de contextos históricos, problematizando suas funções em relação às suas formas. Destacou referências históricas e culturais e analisou como e por quê esse movimento moderno pode surgir. Falou de como a tecnologia propiciou um populismo com relação a questão de mercado e como essa cultura prevalece sobre o vanguardismo. José Felippe criticou o fluxo do setor ligado ao modernismo das cidades. Tadeu ressaltou a Ópera de Arame, em Curitiba, como uma marco da arquitetura moderna e seu referencial cultural. Seguindo com os fichamentos comentados, foi a vez de Bruna apresentar o capítulo 5 “Modernização” e destacar a natureza da modernização e o que seria o processo particular de modernização. Falou de Marx e suas interpretações da modernização capitalista, que as mercadorias são vistas como “coisa misteriosa” devido ao valor de uso e valor de troca que possuem e a forma como o dinheiro é colocado neste contexto. Terminou destacando o “reino da liberdade” que “só começa de fato quando o trabalho determinado pela necessidade e pelas considerações mundanas deixa de existir” (p. 107). Tatiane debateu o capítulo levantando a questão do desejo pelo produtos, a padronização na forma de organização social e o contraponto da vida programada que se baseia na liberdade que se fala, mas não existe. Destacou a fragilidade da sociedade diante do capitalismo e que o homem está aprisionado neste sistema e que o próprio homem é a mercadoria. Ela utilizou o vídeo clipe “Comida”, dos Titãs, e duas músicas da cantora Pitty para embasar sua problematização, esta última ressaltando uma programação que o capitalismo impõe no cotidiano da sociedade. Dando início aos debates, Tadeu falou da valorização do trabalho e não do dinheiro da sociedade chinesa, destacando a cultura de arroz, e Hélio falou da existência real que cria a existência do homem e do projeto do iluminismo que não se esgotou. E encerrou sua fala lendo uma poema de própria autoria intitulada “Esculhambação filosófica ou Vou procurar minha tribo” (esculhambaçãofilosofica). O capítulo 6 “PÓS-modernISMO ou pós-MODERNismo?” ficou para a próxima semana devido ao curto tempo disponível para as apresentações. E assim, termina mais um encontro do grupo.

Para a apresentação do cap. 4, Olavo utilizou o seguinte roteiro:

Apresentação Cap.4 – Olavo

Já para a apresentação do Cap. 5, Bruna utilizou o seguinte roteiro:

CAP.5 -APRESENTAÇÃO BRUNA

Para debater o cap. 4, Martins utilizou o seguinte roteiro:

CAP.4 DEBATE MARTINS

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Arquivado em 07º GEGH 2013-1, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

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