Relatório da reunião do dia 15.05.2012

Relatório da reunião do dia 15.05.2012, secretariado pela Tatiane:

Secretariado da reunião de 15 de maio de2012. Areunião se inicia com os informes:

  1. Priscila, sobre a palestra no IFF de Leonardo Boff, sobre: “Educar é saber cuidar”. A palestra ocorrerá no dia 15 de maio no auditório “Cristina Bastos”.
  2. Marcelo revisa as datas segundo o cronograma do grupo. Relembrando que haveria encontro do dia 22/05.
  3. Bruna divulga o evento a cúpula dos povos, que é um evento que irá ocorrer em paralelo a Rio +20. E que quem quiser pode inscrever projeto de grupo para debate, e que se nos mobilizássemos poderíamos conseguir transporte para participar do evento.
  4. Marcelo avisa que até o dia 12 de junho ele irá aceitar sugestões de livros para debatermos no segundo semestre.

Em seguida damos inicio a leitura do relatório da reunião anterior e começamos as apresentações.

Hamilton inicia a apresentação do capítulo 3 “Metamorfoses do Espaço Habitado”.

Ele fala sobre a modificação do homem no espaço. A capacidade de cada vez o homem se expandir no espaço, e dominar áreas antes não habitadas. Hamilton realiza um apanhado histórico sobre a análise da população, fazendo uma análise sobre o crescimento da população. Ele relata a pobreza mundial, e como dentro de um mesmo país há discrepâncias de padrões de vida.

Débora: comenta sobre a situação limite, e a situação limite utópica.

Marcelo comenta sobre quantas pessoas são necessárias no campo para alimentar as cidades.

Tadeu comenta que só foi possível alimentar tantas pessoas com esse grande crescimento com a inserção da tecnologia.

Priscila diz fazendo referencia a Foladori, que alguns recursos são finitos, mas que dependendo do ritmo de uso eles poderiam ser infinitos. Ela critica a Rio +20 e a discussão sobre a sustentabilidade um assunto que já não é mais tratado com a importância que se deveria.

José Felippe comenta sobre a grande produção de comida, e a quantidade de pessoas que continuam passando fome. E ele comenta sobre a sustentabilidade, e que  o modelo de consumo que seguimos não competi a essa ideia de sustentabilidade, e que se continuarmos assim haverá mesmo um escassez dos recursos como um todo. Ele diz que apenas discorda de Priscila quando ela fala que esse debate sobre sustentabilidade, fazendo referencia a Rio +20 não ser desnecessário, que pra ele tem sua importância e que é necessário traçar sim um plano de metas para ter um caminho a seguir.

Marcelo fala que acha que o texto é bom porque ele aponta os dados qualitativos.

José Felippe fala que o homem tem sua parcela de responsabilidade pelo excesso de consumo.

Leticia comenta sobre o pensamento geológico onde o aquecimento global é apenas um ciclo, pois é algo natural. Logo que o aquecimento global já aconteceu no passado.

Hamilton comenta sobre o espaço habitado onde foi estudado e avisado o que ocorreu na serra ano passado, no entanto quando avisado não deram a devida atenção ao fato.

José Felippe comenta sobre o cataclismo sobre o mundo acabar e que isto é uma fala que não deve ser levada a sério.

Bruna comenta sobre a entrevista que foi passada no Programa do Jo com o Felicio.

Hamilton comenta sobre o debate da relação das forças do capital de expansão e do ciclo do capital.

Em seguida demos inicio a leitura do capitulo 4, realizamos a leitura devido a ausência de participantes.

Miriam comenta ter gostado muito do capitulo, e a comenta sobre a relação das escalas que ele trabalha. A ocupação do espaço em si e que hoje tudo se encontra interligado e gera uma cadeia.

José Felippe fala mais uma vez sobre o porto do Açu como relação mundial, mas que este que se localiza em São João da Barra não possui relação nenhuma com a cidade.

Tadeu comenta o olhar critico, o olhar do pesquisador, falando que olhando as entrelinhas por muitas vezes há coisas que não enxergamos. A ideia que se passa nem sempre é a ideia do que se é.

José Felippe fala sobre um cientista ter de olhar além dos seus sentidos.

Priscila fala da transição do capitalismo e com o feudalismo, e que ele trabalha a cidade como algo revolucionário. A Priscila diz que para ela Milton Santos superestima as cidades.

José Felippe fala que a cidade é onde se pode enxergar a produção, onde nem todos que habitam a cidade se encontram diretamente voltado à cidade, ele comenta que os próprios moradores do campo ou da cidade principalmente os jovens reclamam da dinâmica desse local, pois estes levam em conta a supervalorização da cidade que é citada.

Em seguida Marcelo encerra a reunião.

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