Reunião do dia 26.10.2011

A reunião do dia 26.10.2011 foi coordenada pelo Martins e secretariada pela Tatiane, cujo relatório encaminharei posteriormente. Neste dia foram discutidos os capítuloa 12, 13 e 14 do livro do Konder, bem como o Cap. 5 da Marilena Chauí, denominado “A ideologia da competência”. O capítulo 12, sobre a ideologia em Goldmann, foi lido e discutido, tendo em vista a ausência da relatora. O capítulo 13, a ideologia em Habermas foi apresentado por Olavo, que utilizou o seguinte roteiro:

APRESENTAÇÃO DO CAP. 13 – A QUESTÃO DA IDEOLOGIA EM JÜRGEN HABERMAS

· Desenvolveu sua obra a partir da reflexão entre trabalho & interação, e distinguindo a leitura da atuação dos atores e produtores sociais, onde em sua obra define “razão comunicativa” (a importância da comunicação, linguagem, interpretação livre, racional e crítica) ligada a “razão instrumental” (trabalho, ‘atividade mecânica’, limitação, alienação.).

· Para Habermas, o conceito de ideologia surge quando na organização social de classes, a classe dominante (burguesa) legitima seu caráter dominante e utiliza da “razão instrumental” (prisão, ideologia) para em uma população despolitizada aplicar um discurso embasado em razões pragmáticas(através da evolução técnica e científica) justificando as condições liberais de atuação de empresas privadas no Estado.

· “Mundo da vida” é o espaço (abstrato) onde ocorrem as interlocuções comunicativas, onde a linguagem e os símbolos constroem livres é a vivência humana em seu estado ‘puro’, diferente do “Sistema” que é a esfera de criação de ideologias alienadoras.

· Critica a Marx, entendendo que ele não foi completo em sua construção ao identificar que Marx conceitua trabalho e interação somente no meio produtivo, e não expandiu sua criação, manteve-se limitado ao modelo de produção.

· Interpreta também como Marx e Hegel “a subjetividade como princípio. (…) O sujeito conhece os objetos ao fabricá-los, ao dominá-los.”

· “Ele sustenta a idéia de que o pensamento crítico precisa se ligar ao inconformismo, orientando-o no sentido da busca de uma situação de comunicação ‘isenta de dominação’, como seria a ‘situação ideal de fala’(…)” livre, onde a interpretação crítica é fundamental para libertação.
Já o capítulo 14, sobre a ideologia em no Brasil, foi lido e discutido, tendo em vista a ausência da relatora. Por fim foi apresentado o capítulo 5 da Marilena Chauí pelo Hebert, que utilizou o seguinte roteiro:

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Arquivado em 04º GEGH 2011-2, Grupo de Estudos de Geografia Histórica

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